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quinta-feira, 2 de maio de 2013

O Vexame Público de Jô Soares e os Militantes da Pedofilia.


O VEXAME PÚBLICO DE JÔ SOARES E OS MILITANTES DA PEDOFILIA
Por Frank Brito
Ocasionalmente, vejo as pessoas se referindo as Jô Soares como exemplo de grande inteligência. Pessoalmente, nunca vi nada em Jô Soares que demonstrasse toda essa inteligência superior e racionalidade que dizem que ele tem. Reconheço, todavia, que sendo a televisão um abismo interminável de ignorância, é natural que qualquer um que esteja acima da média vire destaque. Mas, supondo que ele de fato tenha toda essa inteligência superior e eu simplesmente não percebi, ninguém poderá negar que, pelo menos no dia em que ele entrevistou o Pe. Fábio de Melo, ele fez questão de deixá-la muitoescondida. Segue abaixo um vídeo com parte da entrevista:
Nesta parte da entrevista, Jô Soares chama atenção para uma propagando na camisa dos músicos do Pe. Fábio de Melo, “Todos Contra a Pedofilia”. Jô Soares, sem olhar nos olhos do padre, virado de costas, debocha dele e da campanha na camisa de seus músicos. Ele diz que a campanha lhe “parece meio supérflua” e debocha do nome da campanha perguntando: “Tem alguém a favor?” Ele argumenta que não existe ninguém a favor da pedofilia e que uma campanha dessas é como fazer uma campanha chamada “Todos contra o câncer”. Evidentemente, para fazer um comentário desses, Jô Soares deixou seu raciocínio lógico de lado. “Tem alguém a favor [da pedofilia]?”, Jô Soares perguntou. Resposta óbvia: Sim. Os pedófilos. Se todos fossem contra, não existiria pedofilia. A pedofilia só existe porque existem pedófilos que são a favor da pedofilia. Um fato tão óbvio quanto esse, sobre um tema tão sério quanto esse, foi solenemente ignorado, em meio a deboches, por um homem que é colocado como o ícone da intelectualidade brasileira. Jô Soares não sabia que na Índia, por exemplo, há mais de um milhão de crianças são forçadas a viverem na prostituição como escravas sexuais? Essa é a intelectualidade brasileira?
Mas há algo mais grave do que isso.
Não são somente alguns criminosos desconhecidos, vivendo sob as sombras, que são a favor da pedofilia. O que Jô Soares não sabe, ou pelo menos fez de conta não saber porque queria debochar do Pe. Fábio de Melo, é que, em diversas partes do mundo, já existem muitos “intelectuais” que defendem abertamente a pedofilia com argumentos filosóficos, históricos, sociológicos, psicológicos, etc. Suas ideias estão veladamente ganhando mais e mais espaço na política.
Ironicamente, um deles já foi até entrevistado por Jô Soares.
O filósofo Paulo Ghiraldelli Jr. foi entrevistado no dia 21 de Setembro de 2011:
Paulo Ghiraldelli Jr., segundo seu próprio blog, “é doutor e mestre em filosofia pela USP; doutor e mestre em filosofia da educação pela PUC-SP, livre docente e titular pela UNESP, pós-doutor em medicina social pela UERJ”. Sua defesa da pedofilia está disponível para qualquer um ler em seu blog pessoal numa postagem chamada “Amor e sexo entre pequenos e grandes”:
Neste texto, Paulo Ghiraldelli Jr. não deixa dúvidas de que é, nas palavras de Martinho Lutero, um “cavalo de Satanás”, um de seus filhos prediletos. Ele começa seu texto mencionando crianças que têm fantasias sexuais com crianças e que até em muitos casos de abuso não há quaisquer sequelas:
“A nossa história registra casos em que relações sexuais, até mesmo com certa violência, não deixaram marcas físicas e psicológicas em nenhuma das pessoas que estiveram envolvidas com isso na infância (lembrem de suas infâncias, leitores). A nossa história tem nos ensinado, também, que não são poucas as crianças que fantasiam experiências com adultos…”
Em seguida, ele argumenta que isso, se corretamente compreendido, é suficiente para acabar com a criminalização da pedofilia:
“Esses três itens, se bem observados, já seriam o suficiente para que a “caça às bruxas” que nossa sociedade ocidental tem desenvolvido…”
Para uma mente pervertida e imunda como de Paulo Ghiraldelli Jr., capacho de Satanás, é difícil imaginar que as pessoas são contra a pedofilia por princípios morais. Para ele, o motivo principal das pessoas serem contra a pedofilia é simplesmente que elas tem medo de perder o emprego:
“Todavia, parece que as pessoas que descobriram esse filão – a denúncia da pedofilia – já não estão mais interessadas em desenvolver esse tipo de reflexão que eu levo adiante, pois elas temem perder o emprego. Sim, infelizmente, a denúncia da pedofilia virou menos um dever de cidadão e mais um emprego… Isso não é só hipocrisia. Isso não é só cegueira ideológica e, quem sabe, religiosa. Isso é nazismo“.
Na tentativa de se esquivar da acusação de pedófilo, ele, no meio do artigo, diz não defender a pedofilia:
“Estou longe de querer deixar crimes impunes. E mais longe ainda de fazer a defesa de algo como a pedofilia”.
A questão crucial aqui é se perguntar: Como ele define a pedofilia? Em meio a sua defesa da pedofilia, ele nega estar defendendo. Por quê? Porque ele redefine o significado da pedofilia para que não se encaixe naquilo que ele está defendendo. É como o seguinte: Vamos supor que eu escreva um texto defendendo o assassinato em série de chineses. Ai no meio do texto eu digo que não estou defendo o assassinato de seres humanos. Isso seria uma contradição. Mas eu poderia evitar a contradição se eu redefinir o significado de “ser humano” de forma que “chineses” não seja classificado com um ser humano. Eu posso argumentar que chineses não são seres humanos e, com base nisso, argumentar que eu sou contra matar seres humanos, mas que, como chineses não são seres humanos, podemos matar chineses. É o que os abortistas fazem. Eles dizem ser contra o homicídio e ao mesmo tempo eles defendem o homicídio de crianças no ventre da mãe. Como? Dizendo que o bebê no ventre da mãe não é um ser humano. Da mesma forma, Paulo Ghiraldelli Jr., apesar de defender abertamente a pedofilia, diz ser contra a pedofilia porque ele redefiniu o significado da palavra para que não se encaixe naquilo que ele está defendendo. Ele continua:
“Uma coisa que essas avaliações não levam em conta é que crescer e se tornar adulto não é uma tarefa fácil. Nem todos conseguem. Talvez, até, possamos dizer: poucos conseguem. Parece natural nascer e crescer e ficar adulto. Mas não é natural. É um processo social e histórico”.
Quando ele diz que “nem todos conseguem” se tornar adultos, seu objetivo é dizer que não há diferença real entre adultos e crianças e, portanto, que um adulto se relacionando sexualmente com uma criança pode ser na verdade somente duas crianças se relacionando. O adulto não é um pedófilo porque ele também é uma “criança”. É o que eu expliquei acima, que o Paulo Ghiraldelli Jr., apesar de defender abertamente a pedofilia, diz ser contra a pedofilia porque ele redefiniu o significado da palavra para que não se encaixe mais naquilo que ele está defendendo. Um adulto mantendo relações sexuais com crianças não é, segundo sua definição, pedofilia, caso este adulto seja uma “criança”. Em seguida ele defende que todo mundo é, em algum sentido, uma “criança”:
“Cada um de nós não cresceu tudo que queria ou tudo que deveria. Somos ‘pequenas crianças’. E as crianças, muitas vezes, sabem disso”.
Com base nisso, ele defende abertamente que a relação sexual entre adultos e crianças:
“E as crianças, muitas vezes, sabem disso. No limite, às vezes é mais fácil uma criança levar na brincadeira – e não ficar traumatizada – um jogo sexual proposto por um adulto do vermos tal jogo ser aceito entre dois adultos que estão marcados por outros traumas. Os olhos dos adultos é que ficam marcados, e não por terem sido atacados, quando crianças, por supostos pedófilos”.
O problema, segundo Paulo Ghiraldelli Jr., são os adultos “hipócritas” e “nazistas” que não entendem “jogos sexuais”. As crianças querem “brincar” e até “fantasiam experiências com adultos”.
Estranhamente, Jô Soares, que debochou do Pe. Fábio de Melo dizendo não existir quem fosse a favor da pedofilia, não debochou desse miserável professor de filosofia quando foi ao seu programa.
Para quem se surpreende com o filósofo Paulo Ghiraldelli Jr. pensando que ele está sozinho nessa, é bom saber que seu posicionamento é uma nova tendência que aparentemente cresce a cada dia mais. Existem diversas organizações, ao redor de todo o mundo, que abertamente defendem a pedofilia. A maior é a NAMBLA – North American Man/Boy Love Association(Associação Norte Americana de Amor Entre Homens e Meninos), cuja sede fica em Nova York e em São Francisco, a cidade com a maior concentração de gays nos Estados Unidos. A segunda maior é Martijn, cuja sede é em Amsterdã na Holanda, o primeiro país do mundo a legalizar o casamento homossexual.
Será que esses grupos representam uma ameaça real?
Por enquanto suas ideias não tem qualquer força política real. Mas, basta lembrarmos que há somente 20 anos, os direitos que os gays reivindicam agora também não tinha qualquer força política. Esses movimentos pró-pedofilia podem não ter qualquer força política agora, mas não há dúvidas de que, assim como os gays de outrora lutaram para mudar a opinião pública, os pedófilos também lutarão. Se Paulo Ghiraldelli Jr. pode hoje defender essas ideias abertamente em seu blog e ainda ser tratado como um gênio por Jô Soares, como não estarão as coisas a daqui algumas décadas?
E o que dizer da PEC (Proposta de Emenda Constitucional), Nº 111 de 2011, proposta pela senadora Marta Suplicy com o apoio de gente como Cristovam Buarque? A explicação da ementa está no site do Senado para qualquer um ler:
“Altera a redação do inciso IV do art. 3º da Constituição Federal para incluir entre os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, cor, sexo, identidade de gênero, orientação sexual, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.
Leis contra pedofilia não podem muito bem ser interpretadas como “preconceitos de… idade“?
“Quem será por mim contra os malfeitores? Quem se porá por mim contra os que praticam a iniqüidade? Porventura o trono de iniqüidade te acompanha, o qual forja o mal por uma lei? (Salmo 94:16,20)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A morte de Michael Jackson


"O rei do pop está morto". É assim que têm começado as notícias sobre a morte do cantor Michael Jackson, um astro da música cujo talento e carisma absolutos têm contrapartda em sua vida demasiadamente tumultuada. Para referir-se à Michael Jackson, o recurso da hipérbole é usual: a criança mais afinada da história da música popular, o disco de black music mais vendido (Off the Wall), o intérprete - e às vezes compositor - com mais canções que alcançaram o topo da parada pop (41 canções), o primeiro artista a colocar cinco canções de um mesmo álbum (Bad) em primeiro lugar, o cantor do videoclipe mais caro, o autor do álbum mais vendido (Thriller, com supostas 100 milhões de cópias vendidas, que rendeu ao cantor 94 prêmios), o promotor (inventor?) do passo de dança mais célebre - moonwalk, aquele em que se anda deslizando de costas, o artista mais bem pago da história, enfim, dono de tantos atributos de composição, voz e dança que lhe alcunharam de Rei do Pop.

Por outro lado, o rei da música pop era também o rei das excentricidades e escândalos. Relatos de abusos físicos e psicológicos por parte do pai-empresário-capataz de uma trupe extramente dotada composta por Michael Jackson e seus irmãos; processos em casos de pedofilia (em um dos casos houve acordo judicial, em outro foi absolvido por falta de provas); produções caríssimas que não obtinham um resultado próximo aos de seus primeiros discos; foi filmado pendurando o filho para fora da sacada de um hotel; sua produção teria pago ao traficante Marcinho VP pela autorização da filmagem de um clipe no morro Dona Marta, no Rio de Janeiro.

Avaliado por um especialista em saúde mental como portador de uma mentalidade de criança, Michael Jackson parecia viver num conto de fadas fantasioso e trágico ao mesmo tempo. Morou sozinho por 17 anos num rancho que chamou de Neverland, A Terra do Nunca, referência a história de Peter Pan, talvez para escapar das assombrações traumáticas da infância.

A transformação visual do cantor gerou controvérsias: seria para esconder queimaduras, seria resultado de cirurgias plásticas mal-sucedidas, seria uma busca pela juventude eterna. Segundo o próprio cantor, o aspecto bizarro de suas feições devia-se a uma doença de pele, o vitiligo. Seu casamento com a filha de Elvis Presley não convencia as pessoas. Sua conversão ao islamismo teria sido motivada por um débito astronômico a um sheik do Bahrein, país para onde se retirou solitariamente. Tudo o que cercava o astro era cercado pelo sensacionalismo e pela polêmica. O rei do pop tornava-se, assim, o rei mais triste do mundo.

O que fazer quando se é a maior celebridade pop e o maior vendedor de discos aos 24 anos? Fazer tudo em escala megaespetacular não adiantou muito e sua carreira tornava-se uma arquitetura da autodestruição. Mesmo sendo o artista que mais teria contribuído financeiramente para causas humanitárias, sua vida pessoal requeria um conforto que aparentemente ninguém conseguia suprir. Autor da melodia de "We Are the World" (a letra é de Lionel Richie), em que se cantava "somos aqueles que fazem um dia melhor", seu íntimo denotava um mundo interior em péssimo estado. Cantor de músicas como "Ben" (a letra é um elogio à amizade) e "You are not alone (Você nunca está sozinho)", Michael Jackson passou parte de sua vida em regime de estrita solidão. Compositor de hits alegres e eufóricos, sua trajetória particular tocava a música mais triste do mundo.

E a música mais triste do mundo é aquela escrita depois do apagar das luzes do palco, é a carência de afeto e sinceridade ofuscada pelo brilho da performance pública. As músicas, as imagens, os fãs ficarão por aí muito tempo ainda. Mas, infelizmente, para o ser humano Michael Jackson, ser rei do pop só lhe garantiu pouco mais que instantâneos de felicidade.

(a música mais triste do mundo - Joêzer Mendonça)

Nota: M.J. morreu e é incrível como a mídia pode fazer renascer das cinzas um artista já esquecido, sendo centro dos papos até dos que nunca admiraram suas músicas.
Quanto à sua morte, apesar dos problemas de saúde, aconteceu sem se esperar, mesmo com toda uma equipe médica próxima dele. “O ser humano é como um sopro; a sua vida é como a sombra que passa” (Salmo 144:4). Vai-se o Michael e enquanto isso, o mundo espera o próximo "Rei".

Graças a Deus que o nosso Rei, Jesus Cristo, ainda vive e jamais morrerá.
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