Blog que trata do cristianismo, vida cristã, Bíblia, notícias, evangelismo, apologética, Jesus Cristo, tudo que envolve o tema em seus vários aspectos e áreas.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Apocalipse - Pr. Paulo Junior
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Dawkins: ocupado demais

Em vídeo postado no YouTube, um rapaz se dirige a Richard Dawkins com a pergunta que não quer calar: se Dawkins é o apologeta ateu mais conhecido, e se William Lane Craig é o seu contraponto do lado cristão, por qual motivo o autor de Deus: um Delírio continua se recusando a debater publicamente com Craig? O próprio inquiridor expõe que William Lane Craig já convidou o cientista várias vezes para um confronto de ideias. Dawkins arrogantemente responde que sempre quis debater com padres, bispos, papas, mas não lhe agrada a ideia de debater com um criacionista que é conhecido como debatedor profissional (bobo ele não é...) e ainda diz que o oponente tem que ser mais do que isso, afinal, ele é um homem muito ocupado! Não escondo que achei graça na resposta de Dawkins. Para quem dizia, até pouco tempo, que jamais debateria com criacionistas “para não lhes dar verniz de credibilidade”, o biólogo anda arranjando desculpas demais para não ter de encarar os oponentes. Se em seu recente livro O Maior Espetáculo da Terra, Dawkins afirma que os criacionistas negam o processo evolutivo como quem nega que, por exemplo, a Independência americana aconteceu, parece-me que ele teria motivos sobejos para esfregar suas aclamadas certezas no focinho de qualquer “retrógrado” defensor da Terra Jovem. Não é o que parece.
Se Dawkins conhece somente a fama de orador de Craig, alguém precisa lhe informar o currículo completo do desafiante com urgência. William Lane Craig possui dois PhDs, um em Filosofia pela Universidade de Birmingham (Inglaterra) e o outro em Teologia pela Universität München (Alemanha). É especialista em evidências históricas da ressurreição de Cristo, estudos do Novo Testamento e possui conhecimento na área de Cosmologia, Filosofia Clássica e Lógica. Se a hesitação de Richard Dawkins se devia às qualificações acadêmicas de Craig, problema resolvido!
Seria muito oportuno um confronto direto entre essas duas mentes. No entanto, penso que, a julgar pelo desempenho claudicante de Dawkins durante o debate com John Lennox, o rabugento ateu tem outras razões para evitar o confronto com Craig: suas próprias limitações. Parece que quando o adversário não é o pároco simplório da sul da Itália, é melhor não arriscar...
(Douglas Reis, Questão de Confiança)
sábado, 10 de julho de 2010
O segredo mais bem guardado do inferno
Não preciso acrescentar nada além do que já é mostrado, só peço que todos vejam esses vídeos até o fim, são uma sequência, são alguns minutos que podem mudar sua vida, não importando se você é católico, evangélico, tenha outra religião, esteja afastado ou até seja um incrédulo.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
quarta-feira, 7 de julho de 2010
14 motivos que levaram o Apóstolo Paulo a morrer na miséria

À luz dos ensinamentos dos teólogos da prosperidade que afirmam que o servo de Deus tem que ser rico, descobri os verdadeiros motivos que levaram o Apóstolo Paulo a morrer na mais profunda miséria.
Infelizmente, o Apóstolo de Cristo aos gentios, não "entendeu" as revelações bíblicas cometendo erros gravissimos como:
1º Não decretar a bênção da vitória na sua vida.
2º Não amarrar o principado da miséria.
3º Não quebrar as maldições hereditárias provenientes de seus antepassados.
4º Não entender a visão da multiplicação do movimento G12.
5º Não receber a revelação do DNA da honra de Deus.
6º Não possuir as unções do cachorro, leão, águia, macaco, lagartixa, vômito e etc.
7º Não tomar posse da bênção.
8º Não semear as sementes da prosperidade.
9º Não ter sido promovido a "paipostólo"
10º Não ter trocado de anjo da guarda.
11º Não ter elaborado nenhum mapeamento de batalha espiritual.
12º Não ter recebido revelações do inferno.
13º Não ter emitido nenhum ato profético.
14º Não ter desenvolvido o hábito de orar em montes.
Caro leitor, segundo a ótica dos teólogos da prosperidade Paulo foi um fracassado, um pastor incompetente que não soube desfrutar das bênçãos de Deus.
Triste isso não?
Isto posto, resta-nos rogar a Deus pedindo misericórdia, como também que livre a sua igreja desta doutrina nojenta e anticristã.
Pense nisso!
Jesus não era Cristão

Muita gente pensa que sim. Todavia, a religião de Jesus não era cristianismo. Explico. Jesus não tinha pecado, nunca confessou pecados, nunca pediu perdão a Deus (ou a ninguém), não foi justificado pela fé, não nasceu de novo, não precisava de um mediador para chegar ao Pai, não tinha consciência nem convicção de pecado e nunca se arrependeu. A religião de Jesus era aquela do Éden, antes do pecado entrar. Era a religião da humanidade perfeita, inocente, pura, imaculada, da perfeita obediência (cf. Lc 23:41; Jo 8:46; At 3:14; 13:28; 2Co 5:21; Hb 4:15; 7:26; 1Pe 2:22). Já o cristão – bem, o cristão é um pecador que foi perdoado, justificado, que nasceu de novo, que ainda experimenta a presença e a influência de sua natureza pecaminosa. Ele só pode chegar a Deus através de um mediador. Ele tem consciência de pecado, lamenta e se quebranta por eles, arrepende-se e roga o perdão de Deus. Isto é cristianismo, a religião da graça, a única religião realmente apropriada e eficaz para os filhos de Adão e Eva.
Assim, se por um lado devemos obedecer aos mandamentos de Jesus e seguir seu exemplo, há um sentido em que nossa religião é diferente da dEle. Quando as pessoas não entendem isso, podem cometer vários enganos. Por exemplo, elas podem pensar que as pessoas são cristãs simplesmente porque elas são boas, abnegadas, honestas, sinceras e cumpridoras do dever, como Jesus foi. Sem dúvida, Jesus foi tudo isso e nos ensinou a ser assim, mas não é isso que nos torna cristãos. As pessoas podem ser tudo isso sem ter consciência de pecado, arrependimento e fé no sacrifício completo e suficiente de Cristo na cruz do Calvário e em Sua ressurreição – que é a condição imposta no Novo Testamento para que sejamos de fato cristãos.
Esse foi, num certo sentido, o erro dos liberais. Ao removerem o sobrenatural da Bíblia, reduziram o Jesus da história a um mestre judeu, ou um reformador do judaísmo, ou um profeta itinerante, ou ainda um exorcista ambulante ou um contador de parábolas e ditos obscuros que nunca realmente morreu pelos pecados de ninguém (os liberais ainda não chegaram a uma conclusão sobre quem de fato foi o Jesus da história, mas continuam pesquisando...). Para os liberais, todas essas doutrinas sobre o sacrifício de Cristo, Sua morte e ressurreição, o novo nascimento, justificação pela fé, adoção, fé e arrependimento, foram uma invenção do Cristianismo gentílico. Eles culpam especialmente a Paulo por ter inventando coisas que Jesus jamais havia dito ou ensinado, especialmente a doutrina da justificação pela fé.
Como resultado, os liberais conceberam o Cristianismo como uma religião de regras morais, sendo a mais importante aquela do amor ao próximo. Ser cristão era imitar Cristo, era amar ao próximo e fazer o bem. E, sendo assim, perceberam que não há diferença essencial entre o Cristianismo e as demais religiões, já que todas ensinam que devemos amar o próximo e fazer o bem. Falaram do Cristo oculto em todas as religiões e dos cristãos anônimos, aqueles que são cristãos por imitarem a Cristo sem nunca terem ouvido falar dEle.
Se ser cristão é imitar a Cristo, vamos terminar logicamente no ecumenismo com todas as religiões. Vamos ter que aceitar que Gandhi era cristão por ter lutado toda sua vida em prol dos interesses de seu povo. A mesma coisa o Dalai Lama e o chefe do Resbolah.
Não existe dúvida que imitar Jesus faz parte da vida cristã. Há diversas passagens bíblicas que nos exortam a fazer isso. No Novo Testamento encontramos por várias vezes o Senhor como exemplo a ser imitado. Todavia, é bom prestar atenção naquilo em que o Senhor Jesus deve ser imitado: em procurarmos agradar aos outros e não a nós mesmos (1Co 10:33–11:1), na perseverança em meio ao sofrimento (1Ts 1:6), no acolher-nos uns aos outros (Rm 15:7), no andarmos em amor (Ef 5:23), no esvaziarmos a nós mesmos e nos submeter à vontade de Deus (Fp 2:5) e no sofrermos injustamente sem queixas e murmurações (1Pe 2:21). Outras passagens poderiam ser citadas. Todas elas, contudo, colocam o Senhor como modelo para o cristão no seu agir, no seu pensar, para quem já era cristão.
Não me entenda mal. O que estou tentando dizer é que para que alguém seja cristão é necessário que ele se arrependa genuinamente de seus pecados e receba Jesus Cristo pela fé, como seu único Senhor e Salvador. Como resultado, essa pessoa passará a imitar a Cristo no amor, na renúncia, na humildade, na perseverança, no sofrimento. A imitação vem depois, não antes. A porta de entrada do Reino não é ser como Cristo, mas converter-se a Ele.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Falso profeta fazia revelações baseado no orkut dos crentes

Por Leonardo Gonçalves
O reteté é uma abominação ao Senhor. Fruto do casamento do evangelicalismo com a macumba brasileira, o fenômeno religioso que inclui rodopios, gritos histéricos e passos semelhantes aqueles praticados nos terreiros de umbanda. O fenômeno é exclusivamente brasileiro, não ocorrendo em lugares que não estão sob influência do pentecostalismo tupiniquim. Que o diga o amigo Renato Vargens, que após conhecer a Assembléia de Deus aqui do Peru, voltou para o Brasil e escreveu o artigo "Uma Assembléia de Deus sem reteté".
Quero dizer aos irmãos pentecostais sérios que não se preocupem; esta crítica não está destinada a vocês. Sei que há pentecostais inteligentes, idôneos e coerentes, que conciliam de modo maravilhoso a crença na atualidade dos dons espirituais com o ensino Paulino de ordem no culto, apresentando a Deus um culto racional. Estes, embora crendo no poder "dinâmico" do Espírito Santo, não desprezam as escrituras, as quais nos fazem sábios para a salvação. Definitivamente, minha crítica não está voltada a estes.
Mas, se isto é assim, para quem então é esta exortação? Minha crítica é para os meninos flutuantes, para os irracionais, para os palhaços do evangelho que fazem da igreja um grande circo e do púlpito um picadeiro. Sim, minha crítica é para aqueles pastores que se assemelham aos apresentadores de espetáculos, e contratam estes artistas, mágicos e ilusionistas da fé para enganar o povo que, diga-se de passagem, está doente e sem discernimento.
O que o leitor vai ver à seguir é uma prova inconteste do "grau de maturidade" de alguns pastores que estão fazendo a vida lá no exterior. Digo isso porque quem coloca um charlatão destes no púlpito da igreja tem ainda menos juízo que o tal profeteiro do Orkut, que cruza o atlântico para executar suas peripécias, levando os ouvintes ao delírio promovendo histeria coletiva e catarse.
Reparem também no fenômeno das línguas estranhas proferidas pelo pregador. Em mais de uma década de crente, frequentei muitas reuniões ditas "de fogo", e inúmeras vezes ouvi esta mesma verbalização desconexa proferida pelo pregador. Faltaria criatividade ao Espírito de Deus para inspirar línguas diferentes e desconhecidas nos lábios dos crentes? Ora, ou é isso, ou muitos andam copiando o que ouviram por aí.
Louvo a Deus pelos pentecostais, pois com eles e entre eles aprendi a crer e defender minha crença na atualidade dos dons espirituais. No entanto, lamento e choro por dentro cada vez que vejo essas coisas acontecendo bem debaixo dos seus narizes.
Infelizmente, parece que a igreja pentecostal brasileira (e suas filiais no estrangeiro) em seu desejo por possuir o tal poder, esqueceu completamente do importante dom de discernir espíritos.
***
Leonardo Gonçalves crê na atualidade dos dons espirituais, mas nao "fecha" com a macumba evangélica nem com os profeteiros do Orkut.
O som gospel cai na mídia secular. E daí?

Recentemente no “Domingão do Faustão” teve algo diferente. Em lugar de músicos populares, apareceram as cantoras Gospel Aline Barros e Fernanda Brum. As duas contaram sobre sua amizade e carreira, cantaram músicas dos respectivos repertórios, encerrando a visita cantando juntas uma música. Muitas publicações e sites evangélicos com certeza considerarão esse fato um avanço à causa evangélica. Como protestante, sou forçado a discordar de toda a mídia evangélica, católica e protestante juntas; e não tenho a intenção de criticar ninguém, mas realmente sinto que uma causa evangélica de mídia foi exaltada; mas não o evangelho em si. Já tive o prazer de ouvir pessoalmente Aline Barros e gosto de algumas de suas músicas; Fernanda Brum, escutei algumas vezes na rádio também. Meu questionamento não é de forma alguma pessoal, antes é um questionamento sobre a efetividade da arte cristã, que segue padrões demarketing, popularidade e disseminação em massa; mas perde o elevado padrão de espiritualidade profunda, reflexão renovadora dos ouvintes e transformação das vidas pelo evangelho.
Evangélico hoje bebe cerveja, dança funk, pula carnaval, vai a baladas noturnas (tudo com letramento “evangélico”, é claro!); o nome de Jesus Cristo é repetido à exaustão, mas jamais é exaltado.
As duas cantaram músicas extremamente ritmadas que agitaram a plateia (especialmente a última música, que cantaram juntas) de um jeito extremamente alvoroçador, exagerado, acima de muitas músicas populares feitas para a diversão. Isso me faz lembrar de uma mãe em Laguna, SC, que me contou que não entendia como Deus poderia estar nas músicas gospel da filha.
Normalmente, diz-se que existe uma mistura natural entre música religiosa (especialmente americana) e popular. O que muitos esquecem é que nos séculos 19 e 20 a música religiosa era fonte de inspiração para temas populares, logo você pode notar que muitas músicas populares tinham letras, melodias e ritmos literalmente embelezados por sua influência advinda da música religiosa. Assim você ouve e sente uma sensibilidade diferente em cantores populares como Nat King Cole, Sarah Lois Vaughan, para citar alguns. Isso chegou até a influenciar a música do cinema em sua famosa Era de Ouro.
Mas o processo que vem ocorrendo especialmente desde os anos 1980 é inversamente outro, e nessa inversão existem tremenda crueldade e destruição artística. Cantores gospel muitas vezes imitam os ritmos populares, trazendo para a igreja evangélica ritmo, barulheira e sentimentalismo doentio; assim o evangelho deixa de ser um chamado ao culto racional, um sacrifício vivo em que a alma se cala ante El Shadday, o Todo-Poderoso (nas palavras de Romanos 12:1), ouve-Lhe a voz e pergunta submissa: “Senhor, que queres que eu faça?” (Atos 9:6).
Até mesmo cantores populares que pisaram nos dois terrenos, como Elvis e Bob Dylan, trataram a música religiosa de maneira mais respeitosa do que alguns cantores gospel estão fazendo hoje.
O que os cristãos católicos, protestantes e evangélicos precisam fazer é reencontrar suas origens. No caso católico, podemos citar a música coral de Haendel, especialmente o oratório O Messias. Haendel era truculento e nervoso e dedicou muito de sua arte à música operística, com seus exageros e enredos sentimentalistas; mas teve a vida literalmente mudada depois de compor O Messias.
Os protestantes precisam se lembrar de Lutero, que usou a grandiosidade do canto coral com orquestra para reafirmar os grandes temas da fé renovada a partir da Reforma. Precisam lembrar e valorizar tremendamente Johann Sebastian Bach, cuja monumental obra sacra assombra até hoje os maestros e cantores eruditos de todo o mundo.
Os evangélicos precisam se lembrar da beleza e simplicidade das músicas que eram cantadas na igreja crescente nos Estados Unidos; músicas provindas de compositores que tinham experiência profunda de espiritualidade, como a escritora cega Fanny Jane Crosby, Ira David Sankey, os contemporâneos George Beverly Shea e o casal William e Gloria Gaither.
Qualquer inovação artística só terá efeito salvífico se trouxer ao cantor e seu público um sentimento de reverência, entrega e santificação diante do Sagrado e pelo poder do Sagrado. A música evangélica pode muito bem voltar às suas raízes legítimas e produzir frutos de salvação em favor de um mundo que está perdido em meio à barulheira e à gritaria de sons que não são sons, de músicas que não são músicas; proclamando em alto e bom som a mensagem de salvação, que traz consigo um coração novo, de carne e não de pedra.
(Sílvio Motta Costa é professor em Campinas, SP)
sexta-feira, 25 de junho de 2010
A Fifa e a tatuagem nazista imoral de Simão Sabrosa
SS de Simão Sabrosa ou de Schutzstaffel de Hitler? Com a palavra a Fifa que não permite manifestação da fé religiosa dos jogadores, mas permite que um símbolo execrável seja beijado por Simão Sabrosa na comemoração do seu gol contra a Coreia do Norte, mostrada na TV para bilhões de pessoas em flagrante desrespeito à memória de seis milhões de judeus que pereceram no Holocausto da 2ª Guerra Mundial. Ah, ia me esquecendo: os judeus foram expulsos de Portugal uns séculos atrás só porque eram judeus...
Não tenho procuração de jogadores religiosos para defendê-los dos supostos ataques do ateu Juca Kfouri, que disse em seu blog não ter criticado Kaká pela sua fé religiosa, mas “sim o merchandising religioso que ele e outros jogadores da Seleção costumam fazer, tentando nos enfiar suas crenças goela abaixo. Um tal exagero que a Fifa tratou de proibir, depois do que houve na comemoração da Copa das Confederações”.
E agora, ateu Juca Kfouri, o gesto de comemoração do Simão Sabrosa beijando um símbolo nazista, a Fifa vai proibir? E você vai falar o quê? Vai escrever a favor ou contra? Vai apoiar todo o simbolismo nazista de Sabrosa? Eu ainda não vi nada no seu blog a respeito. A Fifa vai enfiar goela abaixo ao mundo um símbolo nazista?
Veja também: "Fifa repreende comemoração religiosa da Seleção"
sábado, 19 de junho de 2010
Entre Igrejas e a Igreja

Por Leonardo Gonçalves
Tenho que admitir. Eu sei que é triste, duro, mas é verdade: as IGREJAS mentem. Não somente isso, mas também abusam espiritualmente. Elas (fatalmente) cometem muitos equivocos.
Há tempos que as IGREJAS cederam espaço ao legalismo, fanatismo, misticismo, relativismo, henoteísmo e quase todos os “ismos” que você possa imaginar. Porém, Jesus não disse que edificariaIGREJAS; ele disse que iria edificar a sua IGREJA, e que contra essa as portas do hades não prevaleceriam. É preciso urgentemente fazer a distinção entre IGREJAS e IGREJA.
As IGREJAS estão envolvidas com toda prática perniciosa e neo-pagã, porém a IGREJA verdadeira não se corrompe. Ela é invisível e composta por todos os crentes renascidos. Parte dela está na Terra, militando contra seitas, heresias, modismos, desmanchando argumentos falaciosos e incabíveis, ou simplesmente congregando e lutando para permanecer pura, sem mancha. A outra parte dela está no céu, desfrutando da paz não merecida, mas tão almejada. Quanto às IGREJAS, seus membros são telepastores e televangelistas que assim como Balaão estão inclinados ao materialismo e ao pragmatismo. São os padres pedófilos, os bispos que sonegam impostos, os apostolos ignorantes que se re-batizam em Israel. São também neo-fariseus que se creem mais espirituais que os demais, como se a benção de Deus tivesse alguma relação com meritos humanos. Alguns vivem um ascetismo hipócrita, outros, porém, vão ao outro extremo e desprezam os valores éticos expressos na Palavra de Deus. Muitos deles se infiltram em nossos templos, entre os servidores, e nos dão veneno de comer. Os membros das IGREJAS são falsos professos, caricaturas do cristianismo autêntico, estrelas apagadas, folhas secas levadas pelo vento, estando envolvidos em escandalos, politica e muita malandragem. Porém, a IGREJA não se corrompeu, não se corrompe e jamais se prostrará ao Deus desse século. A IGREJA é esposa, e aguarda ansiosa o regresso do esposo. Ela não tem pacto com os adoradores extravagantes, raramente comete exageros, é comedida, moderada, ainda que imperfeita e humana.
O apóstolo Paulo passou grande parte da sua vida refutando heresias cometidas nas IGREJAS, sem jamais censurar a IGREJA do nosso Senhor. Ele entendia que a IGREJA nao é obra acabada, portanto, é imperfeita, e compreendia e vivia a tensao paradoxal, porém NECESSÁRIA entre IGREJASe IGREJA.
As IGREJAS estão apaixonadas por Jesus;
A IGREJA ama a Cristo mais que a si mesma.
Fonte: Púlpito Cristão
segunda-feira, 14 de junho de 2010
O testemunho do "filho do Hamas"
O testemunho impressionante de Musab Hassan Youssef, filho do xeque Hassan Youssef, um dos fundadores do Hamas. Musab hoje é cristão e diz que o amor incondicional de Jesus Cristo é a solução para o conflito árabe-israelense.
Veja também "Veja tenta igualar cristianismo e terrorismo islâmico", entrevista feita também com Musab Hassan Youssef.
O poder das mensagens subliminares

Quando preparava uma palestra sobre consumismopara o 7º Simpósio Universitário do Unasp (outubro de 2009), li, entre outros, o interessante e instrutivo livro A Lógica do Consumo, de Martin Lindstrom (Editora Nova Fronteira). Lindstrom é diretor-executivo e presidente da Lindstrom Company. Como um dos mais respeitados gurus do marketingmundial, presta consultoria a executivos de alta patente de empresas como a McDonald’s Corporation, Nestlé, Nokia, Microsoft e GlaxoSmithKline. Lindstrom já escreveu para inúmeras publicações, incluindo USA Today, Fortunee Washington Post. Seu livro anterior, BrandSense, foi considerado pelo Wall Street Journal um dos dez melhores livros de marketing já publicados. Seus livros sobre branding foram traduzidos para dezenove línguas, e ele fala para um público global que beira um milhão de espectadores.
Em A Lógica do Consumo, Lindstrom não se vale apenas de seu extenso e respeitável currículo para tratar do assunto. Ele apela também para a neurociência: a mais recente tecnologia de varredura do cérebro foi usada em cerca de dois mil voluntários de todo o mundo para desvendar suas reações aos mais diversos estímulos visuais. E as descobertas foram surpreendentes. Por exemplo: a insinuação do sexo nas propagandas não ajuda a promover uma marca, simplesmente porque o sexo só promove a si mesmo; muitas vezes, a publicidade de uma marca assume características típicas dos rituais religiosos, estabelecendo rotinas e garantindo a fidelidade de seu consumidor; apesar de toda polêmica, a propaganda subliminar está em toda parte. E este tópico, em especial, chamou minha atenção.
No capítulo “Não consigo mais ver com clareza – mensagens subliminares, vivas e fortes”, Lindstrom desmitifica histórias como a da experiência de James Vicary, de 1957, segundo o qual, com a inserção, no meio de um filme, de fotogramas com as palavras “Beba Coca-Cola”, teria sido possível levar o público a consumir mais do refrigerante. Anos depois, o próprio Vicary, que cunhou a expressão “propaganda subliminar”, admitiu à revistaAdvertising Age que a experiência de 1957 havia sido um truque – ele tinha inventado tudo. Isso significa que não existem mensagens subliminares? Não, significa apenas que não devemos sair por aí procurando chifre em cabeça de cavalo. E é exatamente isto o que Lindstrom faz: dá nome aos bois, estes, sim, portadores de chifres.

O consultor menciona, por exemplo, o clássico anúncio nas páginas amarelas de uma empresa inglesa de pavimentação chamada D.J. Flooring, cujo slogan é “Laid by the Best” (um trocadilho com a palavra laid que, na língua inglesa, tem o duplo significado de assentar a pavimentação e levar alguém para a cama). Na posição vertical, o anúncio mostra a imagem de uma mulher segurando uma taça de champanhe, mas, se a imagem for colocada de ponta-cabeça, surge uma mulher tocando as partes íntimas.
Segundo Lindstrom, nem todas as mensagens subliminares são tão sutis. “Hoje, algumas lojas tocam gravações de jazz ou música latina (disponíveis em mais de um site na internet) com mensagens ocultas – imperceptíveis para nossa mente consciente – visando a incitar os compradores a gastar mais ou desestimular furtos nas lojas. Dentre as mensagens estão: ‘Não se preocupe com o dinheiro’, ‘Imagine que você tem um assim’ e ‘Não roube, você será pego’. Segundo um fornecedor, o faturamento total das lojas que tocam essas gravações subiu 15%, ao passo que os furtos diminuíram 58%” (p. 70).
Lindstrom afirma que a publicidade subliminar (que na definição dele são mensagens subconscientes transmitidas pelos publicitários em uma tentativa de nos atrair para um produto) é muito mais predominante do que as pessoas imaginam.

Antes de se debruçar sobre os dados da pesquisa de rastreamento cerebral, o autor cita ainda a publicidade subliminar usada em campanhas políticas, como o famoso caso do anúncio produzido em 2000 pela Comissão Republicana Nacional, no qual George W. Bush critica o plano de medicamentos de Al Gore para os idosos. O slogan: “The Gore prescription plan: bureaucrats decide” [“O plano de medicamentos de Gore: os burocratas decidem”]. Depois, no fim do anúncio, a palavra rats (“ratos”, parte da palavra inglesa bureaucrats) aparece rapidamente em letras grandes por uma fração de segundo, enquanto uma voz em off reitera a frase: “Bureaucrats decide.” O criador do anúncio, Alex Castellanos, confessou depois que a palavra rats era um “alerta projetado para fazer você olhar para a palavra bureaucrats”.
“Claramente, a publicidade subliminar permeia muitos aspectos da nossa cultura e nos acomete diariamente. Mas será que exerce realmente alguma influência sobre nosso comportamento ou, como a maioria dos casos demerchandising, é basicamente ignorada por nosso cérebro?”, pergunta Lindstrom. Vamos aos fatos.
Em 1999, pesquisadores da Universidade Harvard testaram o poder das sugestões subliminares em 47 pessoas. Lidstrom descreve o experimento que consistiu no uso de um jogo de computador que exibia palavras de cunho positivo e negativo. Resultado: o comportamento dessas pessoas foi afetado.
“Recentemente, dois pesquisadores demonstraram que uma breve exposição a imagens de rostos sorridentes ou zangados durante 16 milissegundos – tempo insuficiente para que os voluntários registrassem conscientemente a imagem ou identificassem a emoção – afetou a quantidade de dinheiro que os participantes do estudo estavam dispostos a pagar por uma bebida. [...] Os pesquisadores chamaram esse efeito de ‘emoção inconsciente’, o que significa que uma pequena mudança emocional havia acontecido sem que os participantes tivessem conhecimento do estímulo que a havia causado ou de qualquer mudança em seu estado emocional. Em outras palavras, rostos sorridentes podem nos fazer subconscientemente comprar mais coisas, o que sugere que os gerentes de lojas que instruem os funcionários a sorrir estão no caminho certo” (p. 72).
Em 2005, um estudante de pós-doutorado da Universidade da Pensilvânia chamado Sean Polyn usou um IRMF [aparelho de Imagem de Ressonância Magnética Funcional] para estudar como o cérebro procura lembranças específicas. Polyn e sua equipe descobriram evidências de que as pessoas são capazes de recuperar mentalmente imagens e categorias antes mesmo de lembrar do nome da imagem, o que sugere que o cérebro humano é capaz de recuperar imagens antes que elas fiquem registradas na consciência.
Mas essa capacidade de resgate de informações abaixo do nível de consciência é capaz de moldar o comportamento? Foi exatamente isso que Lindstrom se propôs descobrir, com a ajuda da Dra. Gemma Calvert, catedrática de Neuroimagem Aplicada da Universidade de Warwick, Inglaterra, e fundadora da Neurosense, em Oxford. Usando também um moderno IRMF, Lindstrom estudou um grupo de 20 fumantes do Reino Unido. Os detalhes da pesquisa estão no livro, mas o resultado é conclusivo: sim, as mensagens da propaganda subliminar são ainda mais eficazes que as da propaganda explícita. Isso porque as imagens subliminares geram mais atividade no córtex visual primário – como era de se esperar, por causa da tarefa visual mais complexa de processamento daquelas imagens. “Ao comparar as reações cerebrais aos dois tipos diferentes de imagens, a Dra. Calvert descobriu mais atividade nos centros de recompensa e desejo quando os participantes viam imagens subliminares do que quando viam imagens explícitas” (p. 78).
O guru do marketing conclui, respondendo à pergunta: “A publicidade subliminar funciona?” “Sim, assustadoramente bem.” Por quê? Porque os consumidores submetidos a ela não reagem conscientemente e, portanto, “abaixam a guarda”. Fica, então, o alerta de Lindstrom: “Muitas empresas, como a Abercrombie & Fitch e a Ralph Lauren, e [...] a Philip Morris, já começaram a usar publicidade sem logomarcas, e com ótimos resultados. No futuro, muitas marcas vão fazer o mesmo. Portanto, lembre-se: as mensagens subliminares estão por aí. Não caia – nem deixe que sua carteira caia – nas garras delas” (p. 81).
Depois de ler o livro, consultei o amigo Cristiano James Kleinert, designer graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que estudou semiótica da imagem, psicodinâmica das cores, gestalt, psicologia da comunicação, história da arte, ergonomia cognitiva e várias outras disciplinas na área neurossensorial. No fim do curso, ele estudou também Novas Tecnologias, em nível de mestrado, ficando às voltas com autores como Pierre Levy, Negroponte e outros. Ele cita um exemplo interessante:
“Atuei por cinco anos em desenvolvimento de embalagens e displays, com clientes como Elma Chips, Natura, Perdigão, Dell, Siemens, Tramontina, etc., e tais mídias são o último apelo de venda ao consumidor (e entre algumas empresas, o único). Um exemplo clássico de apetit appeal: praticamente todas as embalagens de alimentos têm a foto do produto (pronto, saindo até fumacinha) no mesmo ângulo em que o consumidor vê tal produto sobre a mesa, no momento da refeição. Quando o consumidor passa pela gôndola, tal estímulo visual vai acionar sua memória (mesmo alimento, ângulo, etc.), mecanismo de recompensa, centro do prazer, etc., ou seja, não é algo consciente, portanto, é subliminar. Minha profissão vive disso.”
Outra fonte consultada foi Hélio Pothin, doutor em Fisiologia e professor na UFSM. Ele ajuda a ponderar o assunto de uma perspectiva espiritual: “Somos influenciados por muitas informações sensoriais a todo momento. A maioria dessas informações não é processada conscientemente, ou seja, não fica à disposição dos pensamentos com os quais formulamos nossas ideias e comportamentos habituais. Porém, isso não significa que não foram processadas em algum local do sistema nervoso e que, possivelmente, possam ser utilizadas em algum momento ou de alguma forma que ainda não entendemos. Consciência é um conceito muito discutível e não é fácil de ser entendido ou mesmo explicado. Essas informações são classificadas em diversos níveis: subentendidas, subjetivas, subliminares, escondidas, minimizadas, obscuras, etc. Não tenho dúvidas de que sofremos influências por meio desse tipo de informações, pois Satanás influencia os seres humanos de maneira palpável, porém, não explicável. O Espírito Santo influencia as pessoas de forma não conhecida ou não explicável, mas através da consciência, ou seja, de locais reais ou virtuais do sistema nervoso. Portanto, mensagens subliminares – ou qualquer outro nome que se queira usar – são relatadas, vistas e ouvidas em vários estudos e experiências. Acreditar ou não depende da compreensão de cada um.”
A expressão “acautelai-vos” aparece 13 vezes no Novo Testamento (na versão Almeida Revista e Atualizada). Mas como podemos ter cautela com respeito a mensagens subliminares? Para mim, Romanos 12:2 é uma boa resposta: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” A mente constantemente transformada pela comunhão com Deus e Sua Palavra edifica “firewalls” espirituais capazes de nos proteger das más influências – sejam explícitas ou não.
sábado, 5 de junho de 2010
O testemunho de 2 iranianas

Maryam, 27, e Marzieh, 30, foram presas pela primeira vez no dia 5 de março de 2009, por abandonarem o islamismo. As autoridades iranianas as mantiveram na solitária da prisão de Evin, desprovidas de tratamento médico, vendadas e passando por longos períodos de interrogatório. Recentemente, foram transferidas para uma cela lotada. No momento da audiência, o promotor público, Haddad, perguntou para Maryam e Marzieh sobre a religião delas e disseram para elas desistirem de sua crença em Cristo. Quando ele questionou se eram cristãs, elas responderam: “Nós amamos Jesus.” Então, ele repetiu a pergunta, e elas disseram: “Sim, nós somos cristãs.”
Quando o promotor afirmou: “Vocês eram muçulmanas e se tornaram cristãs”, elas responderam: “Nós nascemos em famílias muçulmanas, mas não somos muçulmanas.”
Durante o interrogatório, quando elas fizeram referência a como Deus as confrontou pelo Espírito Santo, o promotor disse: “É impossível Deus falar com os seres humanos.”
Então, Marzieh perguntou: “Você está questionando o poder soberano de Deus?”
Ele respondeu: “Você não é digna de que Deus fale com você.”
Marzieh disse: “Não é você, e sim Deus, que deve dizer se sou digna ou não.”
Antes que a audiência acabasse, o promotor disse para que elas pensassem na opção de retornar ao islamismo, mas Maryam e Marzieh responderam: “Nós já nos decidimos.”
Depois disso, elas foram enviadas de volta para a prisão até decidirem desistir de sua religião. Apesar de a acusação pedir a mesma sentença dada em casos de apostasia, o juiz não pronunciou nenhum veredito.
Cinco meses de abuso e maus tratos causaram danos à saúde de nossas irmãs. Elas perderam peso e não receberam atendimento médico. Marzieh sofreu de dores na coluna, infecção dentária e fortes dores de cabeça.
"Não negaremos nossa fé. Se vamos sair da prisão, queremos fazê-lo com honra", elas disseram ao juiz.
Em 18 de novembro de 2009, Maryam e Marzieh foram libertadas da prisão. No entanto, a provação ainda não tinha terminado para as duas. Apesar de soltas, as acusações que sofriam ainda não haviam sido descartadas e, em abril, Maryam e Marzieh foram convocadas para outra audiência.
Após um mês de espera ansiosa por um veredito, finalmente a notícia de que em 23 de maio de 2010 todas as acusações contra Maryam e Marzieh foram retiradas.
Mesmo assim, elas fugiram para um país desconhecido, onde teriam a liberdade de praticar sua fé, depois de terem sido avisadas pelas autoridades judiciárias muçulmanas do Irã de que qualquer futura atividade cristã no Irã seria severamente punida.
"Somos muito gratas a todos que oraram por nós. Eu não tenho nenhuma dúvida de que Deus ouviu as orações de Seu povo. Eu acredito que nossa prisão e subsequente liberdade estavam no tempo e plano de Deus, e que tudo foi para a Sua glória. Mas as orações do povo encorajaram e nos sustentaram nesse momento tão difícil."
E pensar que tem crente desistindo da fé e do chamado porque ninguém lhe deu "bom dia"...
Assinar:
Comentários (Atom)