quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Hitler era Cristão?

Com vergonha do legado assassino dos regimes comunistas ateus do Século XX, os líderes ateístas buscam empatar o placar com os crentes ao retratar Adolf Hitler e seu regime nazista como sendo teístas, mais especificamente Cristãos. Os websitesMein Kampf: “Ao me defender dos Judeus, defendo o trabalho do Senhor”. Os escritor ateu Sam Harris escreve que “o Holocausto marcou o auge de … 200 anos dos Cristãos fulminando os Judeus”, ateístas rotineiramente alegam que Hitler era Cristão porque nasceu Católico, nunca renunciou ao seu Catolicismo e escreveu em portanto, “sabendo disso ou não, os nazistas eram agentes da religião”.

Quão persuasivas são essas alegações? Hitler nasceu Católico assim como Stálin nasceu na tradição da Igreja Ortodoxa Russa e Mao Tsé Tung foi criado como Budista. Esses fatos não provam nada, pois muitas pessoas rejeitam sua criação religiosa, como esses três fizeram. O historiador Allan Bullock escreve que desde cedo, Hitler “não tinha tempo algum para os ensinos do Catolicismo, considerando-o como religião adequada somente para os escravos e detestando sua ética”.

Então como nós explicamos a alegação de Hitler de que ao conduzir seu programa anti-semítico estava sendo um instrumento da providência divina? Durante sua ascensão ao poder, ele precisava do apoio do povo alemão – tanto os Católicos da Bavária quanto dos Luteranos da Prússia – e para se assegurar disso ele utilizava retórica do tipo “Estou fazendo o trabalho do Senhor”. Alegar que essa retórica faz de Hitler um Cristão é confundir oportunismo político com convicção pessoal. O próprio Hitler diz em Mein Kampf que seus pronunciamentos públicos deviam ser entendidos como propaganda, sem relação com a verdade, mas planejados para influenciar as massas.

A idéia de um Cristo ariano que usa a espada para purgar os Judeus da Terra – o que os historiadores chamam de “Cristianismo Ariano” – era obviamente um afastamento radical do entendimento Cristão tradicional e foi condenado pelo Papa Pio XI no tempo. Além do mais, o anti-semitismo de Hitler não era religioso, era racial. Os Judeus foram atacados não por causa de sua religião – aliás, muitos Judeus alemães eram completamente seculares em seus estilos de vida – mas por causa de sua identidade racial. Essa era uma designação étnica e não religiosa. O anti-semitismo de Hitler era secular.

Hitler’s Table Talk [“Conversas informais de Hitler”, um livro] uma coleção reveladora das opiniões privadas do Führer, reunida por uma assistente próxima durante os anos de guerra, mostra Hitler como sendo furiosamente anti-religioso. Ele chamava o Cristianismo de uma das maiores “calamidades” da história, e disse sobre os alemães: “Vamos ser as únicas pessoas imunizadas contra essa doença”. Ele prometeu que “por intermédio dos camponeses seremos capazes de destruir o Cristianismo”. Na verdade, ele culpava os Judeus pela invenção do Cristianismo e também condenou o Cristianismo por sua oposição à evolução.

Hitler guardava um desdém especial pelos valores Cristãos da igualdade e compaixão, os quais ele identificou com a fraqueza. Os principais conselheiros de Hitler, como Goebbels, Himmler, Heydrich e Bormann eram ateus que odiavam a religião e buscavam erradicar sua influência da Alemanha.

Em sua História em vários volumes do Terceiro Reich, o historiador Richard Evans escreve que “os nazistas consideravam as igrejas como sendo os reservatórios mais fortes da oposição ideológica aos princípios nos quais eles acreditavam”. Quando Hitler e os nazistas chegaram ao poder lançaram uma iniciativa cruel para subjugar e enfraquecer as Igrejas Cristãs na Alemanha. Evans aponta que após 1937, as políticas do governo de Hitler se tornaram progressivamente anti-religiosas.

Os nazistas pararam de celebrar o Natal, e a Juventude de Hitler recitou uma oração agradecendo ao Fuhrer, ao invés de Deus, por suas bênçãos. Aos clérigos considerados como “problemáticos” era ordenado que não pregassem, centenas deles foram aprisionados e muitos foram simplesmente assassinados. As Igrejas estavam constantemente sob a vigilância da Gestapo. Os nazistas fecharam escolas religiosas, forçaram organizações Cristãs a se dissolverem, dispensaram servidores civis praticantes do Cristianismo, confiscaram propriedade da igreja e censuraram jornais religiosos. O pobre Sam Harris não é capaz de explicar como uma ideologia que Hitler e seus associados entendiam como uma renúncia ao Cristianismo pode ser apresentada como o “auge” do Cristianismo.

Se o nazismo representava o auge de algo, era o auge do Darwinismo social do final do Século XIX e início do XX. Como documentado pelo historiador Richard Weikart, tanto Hitler quanto Himmler eram admiradores de Darwin e freqüentemente falavam do papel deles como promulgadores de uma “lei da natureza” que garantiria a “eliminação dos ineptos”. Weikart argumenta que o próprio Hitler “construiu sua própria filosofia racista baseado em grande parte nas idéias do Darwinismo social” e conclui que embora o Darwinismo não seja uma explicação intelectual “suficiente” para o nazismo, é uma condição “necessária”. Sem o Darwinismo, talvez não houvesse nazismo.

Os nazistas também se inspiraram no filósofo Friedrich Nietzsche, adaptando a filosofia ateísta dele aos seus propósitos desumanos. A visão de Nietzsche do ubermensch [super-homem] e sua elevação a uma nova ética “além do bem e do mal” foram adotadas de forma ávida pelos propagandistas nazistas. A “sede pelo poder” de Nietzsche quase se tornou um slogan de recrutamento nazista. Em nenhum momento estou sugerindo que Darwin ou Nietzsche teriam aprovado as idéias de Hitler, mas este e seus comparsas aprovavam as idéias daqueles. Sam Harris simplesmente ignora as evidências das afinidades nazistas por Darwin, Nietzsche e o ateísmo. Então que sentido tem sua alegação de que os líderes nazistas eram “sabendo disso ou não” agentes da religião? Evidentemente, nenhum sentido.

Então, à montanha de corpos que os regimes misoteístas [que odeiam Deus] de Stálin, Mao, Pol Pot e outros produziram, nós devemos adicionar os mortos do regime nazista, também misoteísta. Assim como os comunistas, os nazistas deliberadamente atacaram os crentes, pois eles queriam criar um novo homem e uma nova utopia livre das amarras da religião e moralidade tradicional. Em um artigo anterior eu perguntei qual é a contribuição do ateísmo para a civilização. Uma resposta àquela questão: genocídio.

Por: Dinesh d’Souza
Traduzido e adaptado por: Maxiliano Mendes
O artigo original pode ser acessado aqui

http://townhall.com/columnists/DineshDSouza/2007/11/05/was_hitler_a_christian

A Ciência é onipotente?



Sempre ele, William L. Craig dando aula para o ateu Dr. Peter Atkins ao ser desafiado a provar que a ciência não é onipotente

Por Maximiliano Mendes

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Caminho das Índias é marketing religioso e mostra uma realidade maqueada da Índia

Marketing religioso
No dia 19 deste mês, estréia a novela “Caminho das Índias”, da Globo. A julgar pela foto acima, em que duas atrizes do elenco oferecem velas ao deus Ganesh, num templo hindu (e elas não estão encenando), o folhetim terá mais do que os triângulos amorosos e traições de sempre. Prova disso é esta nota publicada no blog oficial da novela, em postagem do dia 13:


“No último domingo, uma atividade diferente chamava a atenção de quem aproveitava o dia ensolarado para passear pelo Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Das 9h até às 18h, um grupo de professores da Hatha Yoga dava aulas ao ar livre para os cariocas, que não perderam tempo e aproveitaram para movimentar o corpo.


“As aulas foram parte da divulgação de Caminho das Índias, que estréia na próxima segunda-feira, dia 19. A história se passa na Índia, local onde se concentram os maiores mestres de yoga do mundo!


“Mas as aulas não aconteceram só no Rio. Em São Paulo, um espaço foi montado no Parque do Ibirapuera especialmente para as aulas, que também começaram de manhã e foram até o fim da tarde. Ao todo, foram quatro aulas, com uma hora de duração cada uma.“


Se você gostou, fique de olho em Caminho das Índias, pois você vai ver essa e muitas outras práticas características da Índia, na TV.”


Em tempo: é bom lembrar que as novelas da Globo não fazem todo esse marketing positivo quando se trata de um personagem evangélico.



A Índia que a Globo não mostra...
A emissora mostrou algumas vezes cenas com seus atores em um rio, o Rio Ganges, onde curiosamente flores boiavam (só que o rio, na verdade, é um depósito de cadáveres a céu aberto).Outras cenas mostraram os lindos lugares da Índia, o Taj Mahal, algumas fortificações, mercados públicos, uma terra bela, sem dúvida, com uma população de extremo valor e muito alegre, porém, como sempre, a realidade é maquiada pela Rede Globo.


Ainda está cedo para falar, não sabemos o desenrolar (e sinceramente não me interesso em saber) da história, mas mais uma vez a verdade, o mundo real é temperado de ilusão pela emissora que mostra uma fantasia.Alguns dados sobre a Índia real:


A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de um bilhão de habitantes, e apesar de ser a décima segunda maior economia do planeta e a quarta maior em poder de compra e as reformas econômicas que a transformaram na segunda grande economia de mais rápido crescimento, ainda possui 25 % da população vivendo abaixo da linha da pobreza; possui mais famílias pobres do que África, Ásia e América Central juntas.


A miséria, a falta de saneamento, serviços básicos como saúde e educação tornam a Índia um dos lugares onde se pode contrastar mais claramente a miséria e a riqueza juntas, dividindo o mesmo espaço.


A riqueza e luxo de cidades como Mumbai exibem um contraste enorme entre seus edifícios suntuosos e uma periferia onde vivem milhares de pessoas sobre o encanamento que alimenta a cidade; ali crianças crescem em meio à miséria, lixo e doenças.


Mas quero salientar que a Índia não é só pobreza, miséria e dor; é um lugar belo, de um povo feliz e que, assim como todos nós, tem seu valor.


Essa Índia a Rede Globo não mostra.Quero compartilhar com você algumas imagens da Índia real que não é apresentada na novela, de pessoas que sofrem, de gente que vive na miséria. Se desejar, pode vê-las nesta galeria de fotos pública.


Por Michelson Borges

domingo, 25 de janeiro de 2009

Ateu acredita que África precisa de Deus

Antes do Natal, voltei, depois de 45 anos, para o país que na infância conhecia como Nyasaland. Hoje é Malawi, e o Times Christmas Appeal abrange uma pequena instituição de caridade que ali trabalha. A Pump Aid auxilia as comunidades rurais a instalar uma bomba simples, ajudando as pessoas a manterem poços de suas aldeias fechados e limpos. Eu fui conferir esse trabalho. Ele me inspirou, restaurou a minha fé em obras de caridade em desenvolvimento. Mas viajar pelo Malawi também renovou outra crença: aquela que tenho tentado repelir durante minha vida toda, mas não consigo evitar desde a minha infância africana. Isso confunde minhas convicções ideológicas, teimosamente se recusa a enquadrar-se em minha visão do mundo, e constrange minha fé crescente de que Deus não existe.
Agora, um ateu convicto, convenci-me da enorme contribuição dos evangelistas cristãos na África: notavelmente diferente do trabalho de ONGs, projetos governamentais e esforços humanitários internacionais. Apenas isso não é suficiente. Educação e treinamento também não são suficientes. Na África, o Cristianismo muda o coração das pessoas. Isso traz transformação espiritual. O renascimento é real. A mudança é boa.
Eu costumava evitar essa verdade ao aplaudir, como pudia, o trabalho prático das igrejas missionárias da África. É uma pena, eu diria, que a salvação é seja parte do pacote, mas cristãos negros e brancos, trabalhando na África, realmente curam os doentes, ensinam as pessoas a ler e escrever; e apenas o mais severo tipo de secularista podia ver um hospital ou escola missionária e dizer que o mundo seria melhor sem eles. Eu concordaria se a fé fosse necessária para motivar missionários a ajudar, mas o que conta é a ajuda, não a fé.
Mas isso não se ajusta aos fatos. Fé faz mais do que apoiar o missionário, é também transferida para seu rebanho. Esse é o efeito que importa e não é possível deixar de notar.
Em primeiro lugar, a observação. Tínhamos amigos que eram missionários, e como uma criança muitas vezes eu ficava muito tempo com eles. Também fiquei, sozinho com meu irmão mais novo, em uma tradicional aldeia rural Africana. Na cidade tínhamos africanos que trabalhavam para nós que foram convertidos e eram crentes fervorosos. Os cristãos eram sempre diferentes. Ao invés de assustar ou confinar seus conversos, sua fé parecia tê-los libertado e aliviado. Havia alegria, curiosidade, um comprometimento com o mundo – uma integridade em seu cuidado com os outros – que parecia estar faltando na tradicional vida africana.
Aos 24, viajando por terra por todo o continente, isso reforçou minha impressão. A partir de Argel ao Níger, Nigéria, Camarões e da República Centro-Africana, depois cortamos o Congo para Ruanda, Tanzânia e Quênia, quatro amigos de escola e eu dirigíamos nosso velho Land Rover para Nairóbi.
Dormíamos sob as estrelas, por isso era importante que ao chegarmos às mais populosas e anárquicas partes do sub-Sahara sempre encontrássemos algum lugar seguro até o anoitecer. Muitas vezes, perto de um campo missionário.
Sempre que entrávamos em um território de trabalho missionário, tínhamos que reconhecer que algo havia mudado nos rostos das pessoas com quem tínhamos contato: algo em seus olhos, a forma como se aproximavam de nós, cara a cara, sem olhar para baixo ou para longe. Eles não eram mais respeitosos com os estrangeiros, em alguns casos menos, porém mais abertos.
No Malawi foi igual. Não conheci nenhum missionário. Você não encontra missionários no saguão de hotéis caros discutindo documentos de estratégias de desenvolvimento, como ocorre com as grandes ONGs. Ao invés disso, notei que grande parte dos mais distintos membros africanos da equipe do Pump Aid (em grande parte do Zimbábue) eram, particularmente, cristãos fervorosos. "Particularmente", porque a instituição é inteiramente secular e nunca ouvi qualquer um de sua equipe mencionar a religião enquanto trabalha nas aldeias. Mas notei referências cristãs em nossas conversas. Vi que um deles estava lendo um livro devocional no carro. Outro, no domingo, saiu ao alvorecer para assistir a um culto de duas horas na igreja.
Seria difícil acreditar que a honestidade, diligência e otimismo em seu trabalho eram desligadas da fé pessoal. O trabalho era secular, mas seguramente fora afetado por aquilo que eles eram. Influenciados por uma concepção que o cristianismo tem ensinado do papel do homem no Universo.
Existe há muito tempo uma moda entre os sociólogos acadêmicos ocidentais de adequar sistemas de valor tribais dentro de uma esfera, além de críticas fundamentadas por nossa própria cultura: "deles" e, portanto, melhor para "eles"; autêntica e intrinsecamente iguais aos nossos.
Não acredito nisso. Noto que crenças tribais não são mais pacíficas que as nossas, e que suprimem a individualidade. As pessoas pensam coletivamente, em primeiro lugar em termos de comunidade, até família e tribo. Essa mentalidade rural-tradicional alimenta o conceito de “chefão” e políticas criminosas da cidade africana: o exagerado respeito pelo líder orgulhoso, e a incapacidade (literal) de compreender a idéia de oposição honesta.
Ansiedade - medo dos espíritos maus, dos antepassados, da natureza e do selvagem, de uma hierarquia tribal, de coisas corriqueiras –, agressões profundas em toda a estrutura do pensamento rural africano. Todo homem tem seu lugar e, chame-o de medo ou respeito, um grande peso esmaga o espírito de cada um, curiosidade suprimida. As pessoas não vão tomar a iniciativa, não vão tomar o controle ou carregar esse fardo sozinhas.
Como eu, alguém em cima do muro, poderia explicar? Quando o turista filosófico se move de uma visão de mundo para outra, ele encontra - no momento da passagem para o novo - que ele perdeu a linguagem para descrever a paisagem para o velho. Por exemplo: a resposta dada por Sir Edmund Hillary para a pergunta: Por que subir a montanha? "Porque ela está ali", disse ele.
Para a mentalidade rural africana, esta é uma explicação para não escalar a montanha: “Bem, está ali. Por que interferir?”
Não há nada a ser feito sobre ela, ou com ela. A explicação de Hillary (de que ninguém tinha escalado antes) seria como uma segunda razão para a passividade.
Cristianismo, a pós-Reforma e pós-Lutero, com o seu ensino de forma direta, uma ligação pessoal bilateral entre o indivíduo e Deus, sem intermédio coletivo, e insubordinado a qualquer outro ser humano, choca-se diretamente com o padrão filosófico-espiritual que acabei de descrever. Ele oferece algo para se apegar para aqueles ansiosos para libertar-se do esmagador pensamento tribal. É a razão e a forma pela qual o cristianismo liberta.
Aqueles que querem que a África se erga em meio à concorrência global do século 21 não devem se enganar que ao prover os meios materiais ou mesmo as técnicas que acompanham o que chamamos de desenvolvimento irá fazer alguma diferença. É necessário que todo o sistema de crenças seja suplantado.
E temo que tem que ser suplantado por outra crença. Removendo os missionários cristãos da equação africana pode-se levar o continente à mercê de uma fusão maligna de uma Nike, o médico mal, o celular e o facão. (Matthew Parris, Timesonline) Tradução: Thiago Juliani

sábado, 24 de janeiro de 2009

Projeto Paul Washer

Sem querer idolatrar, mas para que reflitam a respeito destas pregações. Sugiro principalmente a você que já se considera cristão.


Projeto Paul Washer


Jesus Cristo é tudo

Amando a Deus de todo o ENTENDIMENTO



No mundo evangélico hoje predomina uma nociva e demoníaca cultura anti-intelectual. A teologia é menosprezada e vista como um conhecimento inútil que só serve para atrapalhar. Frases como “Deus capacita os mais fracos” norteiam esse pensamento que é, em parte, fruto de uma visão errada do conceito bíblico de fé, e também fruto de uma confusão nas palavras de Jesus quando falou que devíamos ser como crianças, o que ele estava dizendo era que devíamos ter a fé de uma criança, mas não a mente de uma criança! C.S.Lewis disse “Deus quer que tenhamos um coração de criança, mas uma mente de adulto”. E as pessoas crêem na falácia de que qualquer ação intelectual do homem é falta de fé na ação do Deus do “impossível” e ao invés de raciocinar devemos nos ater a orar e jejuar. Ao contrário do que pensam muitos dos crentes, esse pensamento é herético e destruidor dos fundamentos da nossa fé, arrisco dizer que muito do estado caótico em que a Igreja se encontra, se deve ao fato de sermos uma geração de cristãos ignorantes e anti-intelectuais. O maior mandamento deixado por Jesus foi “amar a Deus de todo coração, alma e entendimento” (Mt 22.37), mas infelizmente a última parte do mandamento é negligenciada. A palavra “entendimento”, no original em grego é διάνοια (dianoia), que significa “pensamento profundo”, portanto devemos amar a Deus em todas as esferas da nossa vida, emocional, espiritual e também intelectual.

Como amamos a Deus com nossa razão? Acima de tudo, o crente tem que conhecer as bases de sua própria fé investindo no profundo conhecimento bíblico e teológico, Martinho Lutero dizia que a teologia nada mais é que a gramática da língua do Espírito Santo, é exatamente isso que a teologia é. E desafio alguém a investigar a história do Cristianismo e encontrar algum grande homem de Deus da história que não tenha sido também um profundo conhecedor das Escrituras. Em segundo lugar, o crente tem que conhecer filosofia, especialmente filosofia da religião, e apologética (defesa racional da fé) ambas essenciais tanto para o fortalecimento da própria fé quando para prover respostas racionais aos céticos como a Bíblia ordena em 1Pedro 3.15. Basta um estudo superficial da Bíblia e da história da Igreja e vemos o quão importante a teologia, a filosofia, e a apologética foram para a fé cristã. A começar pelo próprio Deus que em Isaias 1.18 incentiva o povo a raciocinar. Cristo que era mestre na retórica e se salvava como ninguém das arapucas lógicas dos fariseus, saduceus e herodianos como vemos no capitulo 12 de Marcos. O apóstolo Paulo que foi educado por Gamaliel, o maior sábio da época, citou poetas e filósofos pagãos em seus escritos (At 17.28, 1Co15.33, Tt 1.12), argumentava com os gentios como visto em Atos 17, persuadia - usando a argumentação intelectual - as pessoas a crerem em Cristo (At 17.4, At 28.23) e se dizia responsável pela defesa e confirmação do evangelho (Fp 1.7,16). (Se quisermos ser como Paulo porque não seguir o exemplo dele?). Apolo que convencia publicamente os judeus que o Cristo é Jesus (At 18.28). Tito ordena que os ministros tenham poder para convencer os que o contradizem (Tt 1.9) e Judas nos exorta a batalhar pela fé (Jd 3). Um passo além da geração do Novo Testamento, encontramos os pais da Igreja primitiva e seus tratados, apologéticas e cartas de uma inteligência brilhante, homens que foram fundamentais na autoconfiança e vigor da Igreja Cristã, pois esses homens mostraram que a comunidade cristã era tão intelectual e culturalmente rica quanto a cultura pagã que a circundava. Pulando alguns séculos até os grandes avivamentos do século XVIII, encontramos os grandes avivalistas John Wesley que dizia que o ministro deveria estudar “lógica, metafísica, teologia natural e geometria” habilidades negligenciadas pelos ministros evangélicos de hoje, e Jonathan Edwards teólogo e presidente da Universidade de Princeton. E mais recentemente, Billy Graham, o maior evangelista do século XX, disse que se pudesse recomeçar tudo de novo estudaria três vezes mais e tiraria seu Ph.D em antropologia! Ufa! Diante de tantas evidências em favor do uso da razão na fé cristã, como alguém pode argumentar contra?

Desde o inicio do século passado, com o avanço da ciência e os ataques intelectuais a religião, os cristãos preferiram se calar ao invés de contra-argumentar intelectualmente. E por isso a fé cristã acabou intelectualmente marginalizada, ao contrário do que fora outrora. Hoje a Igreja é mais guiada por sentimentalismo do que por convicções. Se quisermos uma Igreja forte e atuante devemos recuperar o espírito intelectual da Igreja, pensar de forma critica e aprender a aplicar a cosmovisão cristã a todas as áreas do conhecimento humano. Se quisermos transformar o mundo de forma eficaz devemos começar pela renovação de nossas mentes (Rm 12.2). Uma das desafiadoras tarefas dos pensadores cristãos é ajudar a mudar a tendência intelectual contemporânea de tal modo a favorecer um ambiente sociocultural onde a fé cristã possa ser considerada uma opção intelectualmente aceitável por homens e mulheres esclarecidos¹. Mas isso é fruto de muito estudo e esforço intelectual. Deus detesta preguiçosos, e os intelectualmente preguiçosos não fogem à regra. Nós somos responsáveis diretos pelo futuro da Igreja, se nós não nos dedicarmos com afinco ao estudo aprofundado da Palavra, se não zelarmos pela correta compreensão das Escrituras, se não fortalecermos os alicerces da Igreja disseminando as idéias cristãs, o mundo será levado por idéias anticristãs e a Igreja Evangélica não vai suportar por muito tempo os ataques do pós-modernismo e das filosofias seculares, pois as pessoas são movidas por idéias. Idéias cristãs deixarão o solo fértil para a mensagem do Evangelho, idéias ateístas tornarão a penetração do Evangelho praticamente impossível. Portanto Despertai, Bereanos!

http://despertaibereanos.blogspot.com/2007/10/amando-deus-de-todo-o-entendimento.html
Vitor Pereira

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Esquerdistas são mais rudes, pão-duros e mais desonestos que conservadores

Peter Schweizer, um pesquisador da Hoover Institution, publicou um novo livro que certamente vai deixar os esquerdinhas enfezados ainda mais enfezadinhos. No livro Makers and Takers, Schweizer nos informa o porquê dos conservadores trabalharem mais, serem mais contentes, terem famílias mais unidas, usarem menos drogas, doarem mais generosamente, valorizarem mais a honestidade e serem menos materialistas do que os esquerdistas nos Estados Unidos.

Dados de seu website:

* 71% dos conservadores dizem que temos uma obrigação em cuidar de um esposo ou dos pais com problema de saúde sério contra menos da metade (46%) dos esquerdistas .
* Conservadores têm uma ética de trabalho e são muito menos inclinados a faltar ao emprego alegando doença do que os da esquerda.
* Esquerdistas são 2 vezes mais propensos a ficarem ressentidos com o sucesso alheio e 50% mais propensos a terem inveja da boa sorte dos outros.
* Esquerdistas são 2 vezes mais propensos a afirmarem que é aceitável trapacear o governo para obter benefícios da previdência social sem merecer.
* Conservadores são mais propensos do que os esquerdistas a abraçarem suas crianças e "significativamente mais propensos" a exibirem emoções positivas e estimulantes à criança.
* Esquerdistas confiam menos em membros da própria família e bem menos propensos a manterem contato com seus pais.
* Você obtém satisfação em colocar a felicidade alheia na frente da sua própria felicidade? 55% dos conservadores disseram sim, contra 20% dos esquerdistas.
* Rush Limbaugh, Ronald Reagan, Bill O’Reilly e Dick Cheney doaram maiores quantias de dinheiro para pessoas em necessidade enquanto que Ted Kennedy, Nancy Pelosi, Michael Moore, e Al Gore não doaram.
* Os que são "muito esquerdistas" são 3 vezes mais propensos que os conservadores a atirar objetos quando se irritam.

A esquerda americana se orgulha em ser superior aos conservadores: mais generosos, menos materialistas, mais tolerantes, mais intelectuais e menos egoístas. Durante anos os estudiosos têm construído - e a mídia tem propagandeado - teorias elaboradas projetadas para demonstrar como os conservadores sofrem de uma série de defeitos de personalidade e falhas de caráter.

De acordo com esses estudos supostamente imparciais, os conservadores têm más intenções, cobiça, egoísmo e descontentamento com tendências autoritárias. Longe de ser uma crença de uns poucos excêntricos, esquerdistas proeminentes desde John Kenneth Galbraith a Hillary Clinton têm sucumbido à esses preconceitos. Mas o que os fatos mostram?

Peter Schweizer escavou fundo - em documentos de impostos, dados de estudos acadêmicos, pesquisas de opinião primárias e registros privados - e tem descoberto que essas alegações são um mito. De fato, ele demonstra que muitas dessas alegações na realidade se aplicam mais aos liberais do que aos conservadores. Da mesma forma que ele fez em seu bem sucedido livro "Do as I say (Not as I do)", ele traz à luz fatos nunca antes revelados que desafiam o consenso convencional.

Conservadores como Ronald Reagan e Robert Bork têm debatido há muito tempo que as políticas esquerdistas promovem decadência social. Schweizer, usando os dados e pesquisas mais recentess, expõe como, em geral:

* Esquerdistas são mais egocêntricos que conservadores.
* Conservadores são mais generosos e caridosos que esquerdistas.
* Esquerdistas são mais invejosos e trabalham com menos empenho que os conservadores.
* Conservadores valorizam a verdade mais do que os esquerdistas, e são menos propensos a mentirem e trapacearem.
* Esquerdistas são mais irritadiços que conservadores.
* Conservadores são na realidade mais informados e melhor educados que os esquerdistas.
* Esquerdistas são mais descontentes e infelizes que os conservadores.

Schweizer argumenta que o fracasso reside nas idéias esquerdistas modernas, que promovem uma postura egocêntrica de "vou fazer isso pra me sentir bem" que leva os esquerdistas a transferirem suas responsabilidades para o governo e focalizarem em si mesmos e seus próprios desejos.
- Condensado da resenha de Warner Todd Huston

Outro livro similar é "Who really Cares", de Arthur Brooks, que também demonstra como os conservadores são, estatisticamente, muito mais generosos com seus recursos pessoais do que os esquerdistas, e a principal razão é a maior religiosidade entre os conservadores.

***

Matthew Sheffield, em seu artigo recente, fez um levantamento do uso de 7 palavrões mais comuns na língua inglêsa em blogs e sites conservadores e blogs e sites esquerdistas e os resultados demonstraram que esquerdistas tendem a usar palavrões muito mais do que conservadores.

Ele fez uma busca no Google pelos palavrões nos 10 sites conservadores mais populares e encontrou 70 mil ocorrências. A mesma busca nos 10 sites esquerdistas mais populares resultou em 1.9 milhões de ocorrências.

Como os 10 sites esquerdistas mais populares têm mais páginas (13 milhões) do que os 10 sites conservadores mais populares (6 milhões), ele dividiu o número de ocorrências de palavrões pelo número de páginas dos sites onde eles aparecem e multiplicou por 100, obtendo um quociente de palavrões.

Os 10 sites esquerdistas (Daily Kos, Huffington Post, Democratic Underground, Talking Points Memo, Crooks and Liars, Think Progress, Atrios, Greenwald, MyDD e FiredogLake) têm um quociente de 14.6.

Os 10 sites conservadores (Free Republic, Hot Air, Little Green Footballs, Townhall, NewsBusters, Lucianne.com, Wizbang, Ace of Spades, Red State and Volokh Conspiracy) têm um quociente de 1.17.

A disparidade é imensa. Os esquerdistas são mais de 12 vezes mais propensos a usar palavrões que os conservadores.

Yasser Arafat se converteu ao Cristianismo antes de morrer

Taysir Saada, autor de "Once An Arafat Man: The True Story of How a PLO Sniper Found a New Life.", foi um franco-atirador do grupo terrorista Fatah que tinha como hábito atirar granadas onde moravam Cristãos.

Saada afirma que ele falou de Jesus Cristo para Arafat meses antes dele morrer e seu pastor e amigo teve a oportunidade de visitar Arafat, que orou a "oração do pecador", se convertendo ao Cristianismo.

É o noticia a coluna de Joseph Farah "Arafat sniper now works for Jesus"

A conversão de Taysir Saada é relatada no artigo "Love replaces hatred". Recém-Cristão, Taysir teve a bênção de poder pedir e receber o perdão de um soldado israelense, Moran Rosenblit, que havia se convertido meses depois de sua unidade ter sido demolida por um ataque suicida.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Texto aos preguiçosos

Dar conselho aos ociosos é tão inútil quanto despejar água em uma peneira; do mesmo modo, tentar aperfeiçoá-los é como tentar engordar um galgo. O Antigo Testamento já nos dizia para amassar nosso pão com água, se amassarmos uma ou duas cascas duras nesses charcos estagnados sempre nos restará ainda um consolo: se as pessoas preguiçosas não se tornam melhores quando semeamos bom senso, não tornamos piores por tentar adverti-las e não colhermos nada. Repreender preguiçosos é como ter um pedaço duro de solo para arar em que, com certeza, a colheita será menos farta. Mas se apenas a terra boa tivesse de ser cultivada, os lavradores poderiam se afastar do trabalho, e nós só teríamos de pôr o arado no sulco.


Homens preguiçosos são muito comuns e crescem sem que seja necessário cultivá-los, mas a quantidade de sagacidade que existe em muitos deles seria insuficiente para pagar a aração: não é necessário nada para provar isso além do nome e do caráter deles, se não são tolos, são preguiçosos, e conforme diz Salomão: “O preguiçoso considera-se mais sábio do que sete homens que respondem com bom senso”, já aos olhos de todos os outros, sua tolice é tão clara como o sol no céu. Se os ataco duramente, ao falar com eles, é porque sei que podem agüentar, pois se eles estivessem caídos no chão do celeiro, eu precisaria surrá-los muito antes de conseguir tirá-los da palha, e nem mesmo a debulhadora a vapor conseguiria fazer isso. Ela os mataria antes de conseguir levantá-los da palha, pois a preguiça está nos ossos de algumas pessoas e mostra-se em sua carne ociosa, faça você o que fizer com elas. Bem, por isso, antes de tudo me parece que pessoas preguiçosas deveriam obrigatoriamente ter um grande espelho pendurado onde fossem obrigadas a se ver, com certeza, no final, se os olhos delas forem como os meus, não suportariam olhar para si mesmas pormuito tempo ou com freqüência.


A visão mais horrível do mundo é a de um desses vadios autênticos que dificilmente seguraria sua vasilha de comida se chovesse mingau de aveia e, com certeza, jamais seguraria um pote em que coubesse mais comida do que a necessária para si mesmo. Talvez, se a chuva fosse de cerveja, ele conseguisse despertar um pouco, mas acabaria de encher o copo depois. Provérbios descreve esse homem: “O preguiçoso põe a mão no prato, e não se dá ao trabalho de levá-la à boca”. Acho que esse tipo de homem deveria ser tratado como os zangões que as abelhas expulsam das colméias. Todo homem deve ter paciência e piedade pela pobreza, mas para a preguiça seria melhor um chicote comprido ou uma volta pela roda do moinho. Esse poderia ser um purgante
saudável para todos os preguiçosos. Mas seria muito difícil para alguns deles conseguir sua dose completa de medicamento, pois eles nasceram ricos, mas a riqueza não faz nada sozinha, ela precisa que alguém lhe empreste a mão. Como diz o velho ditado: “O preguiçoso é como o cão que encosta a cabeça na parede para latir” ou como as ovelhas preguiçosas para quem é muito trabalhoso carregar a própria lã. Seria muito útil se pudessem se ver, mas talvez fosse muito trabalho abrirem os olhos, mesmo que segurassem os óculos para eles.

Tudo no mundo tem alguma utilidade, mas o doutor em teologia, o filósofo ou a coruja sábia, em seu campanário, quebrariam a cabeça para descrever a utilidade da preguiça, ela me parece ser um vento mau que não sopra nada de bom para ninguém, um tipo de lodo onde as enguias não se reproduzem, um fosso sujo que não consegue alimentar nem mesmo um sapo. Peneire um preguiçoso, grão a grão, e não encontra nada de bom. Tenho ouvido pessoas dizerem que é melhor não fazer nada que promover a desordem, mas não estou bem certo disso, essas palavras brilham, mas não acredito que sejam ouro. É uma preguiça maléfica apesar da pitada de louvor; digo que a preguiça é má, e é de todo má. Por sorte, um homem que promove desordem é um pardal apanhando milho, mas um homem preguiçoso é um pardal sentado em um ninho cheio de ovos, que se transformarão em pardais e, em breve, causarão um monte de feridas. Não é necessário que me digam, tenho certeza – a erva daninha mais ordinária da terra não cresce na mente daqueles que estão ocupados com maldades, mas nas inquietações impuras criadas pela imaginação dos homens preguiçosos em que o mal se esconde sem ser visto, como a velha serpente, que ele realmente é.

Não gosto que os nossos jovens se envolvam em desordem, eu preferiria vê-los com lodo até o pescoço que saracoteando por aí semnada para fazer. Se hoje o mal de não fazer nada parece menor, amanhã, vocês descobrirão que ele é maior; o diabo põe carvão no fogo, e, assim, o fogo não arde, mas em função disso será um fogo muitomaior no final. Preguiçosos, vocês têm de ser seus próprios trombeteiros, pois mais ninguém pode achar algo de bom em vocês para louvar. Eu gostaria de ver você através de um telescópio, pois certamente isso implicaria que você estaria muito distante; entretanto, nem mesmo os maiores óculos da igreja conseguiriam ver algo de valor em você. A respeito das toupeiras, dos ratos e das doninhas ainda há algo para se falar, mesmo que a visão deles pregados em nosso velho celeiro seja bonita; quanto a vocês, só serão úteis na sepultura ao ajudarem a aumentar o cemitério, mas eu não posso entoar uma canção em seu favor melhor que este verso, conforme disse o sacristão da igreja, pecado da minha própria composição:

Um preguiçoso desajeitado, bom para nada, Pecaminoso por dentro e esfarrapado por fora Quem se importa em tê-lo por perto?
Expulsem-no! Expulsem-no!


“Como o vinagre para os dentes, e a fumaça para os olhos”, assimé o preguiçoso para o homem que sua para ganhar a vida honestamente, enquanto esses indivíduos deixam o mato crescer até os tornozelos e, como diz a Bíblia, atravancam a terra.

O homem que perde seu tempo e sua força com a indolência se oferece como alvo para o diabo, que é um atirador extraordinariamente bom e perfurará o preguiçoso com seus tiros; em outras palavras, o homem preguiçoso atenta o diabo a tentá-los. Aquele que joga quando deveria trabalhar enfeitiça um espírito do mal para ser seu parceiro; e aquele que nem trabalha nem joga é uma oficina à disposição de Satanás. Se o diabo capturasse um homem preguiçoso, ele o poria para trabalhar, faria com que ele encontrasse ferramentase, depois de muito tempo, pagaria um salário a ele. Não é daí que vem a embriaguez que enchem nossas cidades e vilas de miséria? A preguiça é a chave para a penúria e a raiz de todo o mal. O homemque não tem estômago para trabalhar tem dois para comer e beber.

Nas horas de preguiça, aquele pequeno buraco logo abaixo do nariz engole o dinheiro que colocaria agasalhos nos ombros das crianças e pão na mesa dos casebres. A palavra de Deus afirma: “Os bêbados e os glutões se empobrecerão”, e o versículo mostra a ligação entre eles ao
concluir: “E a sonolência os vestirá de trapos”.Sei disso do mesmo modo que sei que o musgo cresce nos telhados velhos e que o hábito de se embriagar brota das horas de preguiça. Eu aprecio o lazer quando posso usufruir dele, mas isso é completamente diferente; uma coisa é pau, a outra é pedra.


Gente preguiçosa não sabe o que é lazer; está sempre com pressa e bagunçado, pois como negligencia o trabalho no momento certo sempre tem muito o que fazer. Ficar na indolência, hora após hora, sem fazer nada é o mesmo que fazer buracos na cerca para deixar os porcos passarem, e eles passarão – não se engane, pois os buracos que farão ninguém vê, exceto aqueles que cuidam do jardim. O próprio Senhor Jesus nos disse que enquanto os homens dormem, o inimigo semeia a praga; isso está muito certo, pois o mal entra no coração muito mais freqüentemente pela porta da preguiça que por
qualquer outra. Nosso velho pastor costumava dizer: “Um preguiçoso é a melhor matéria prima para o diabo, ele pode criar qualquer coisa desde um ladrão até um assassino”. Não sou o único a condenar os preguiçosos, certa vez, eu ia entregar ao nosso pastor a longa lista dos pecados de uma das pessoas a respeito de quem ele havia me questionado, eu comecei dizendo: “Ela é terrivelmente preguiçosa”. No mesmo momento, ele disse: “É o suficiente; todos os tipos de pecados estão nesse, ele é o sinal para conhecer um pecador cheio de pecados”.

Meu conselho para os jovens é: “Saiam do caminho da preguiça, pois vocês podem pegar essa doença e nunca se livrar dela”. Tenho sempre medo de que eles aprendam o caminho da preguiça e fico muito atento para perceber qualquer coisa desse tipo logo no início; pois como vocês sabem, é melhor matar o leão enquanto é filhote.

Certamente, nossos filhos carregam nossa natureza negativa neles, por isso podemos vê-la crescendo como erva daninha em um jardim. Quem consegue tirar ao limpo do que não é limpo? O ganso selvagem não choca o ovo quebrado. Nossos garotos saem para a vida apenas com seus aspectos negativos, a não ser que, desde o início, tornemos nosso lar um local tranqüilo e bastante atraente para eles e os treinemos a odiar a companhia dos indolentes. Não os deixe ir ao bar “Rosa e a Coroa”, faça-os, enquanto são jovens, aprender a ganhar uma coroa e cultivar as rosas no jardim de seus pais. Criem os jovens como abelhas, e eles não serão zangões, vadios.

Atualmente, há muito a se dizer em relação a mestres e mestras incompetentes. Ouso dizer que há algo de bom nisso, pois, há incompetentes de todos os tipos hoje, como sempre houve. Em outra ocasião, se me permitirem, darei uma palavra sobre o assunto; mas tenho certeza de que há muito espaço para censura, mesmo entre as pessoas trabalhadoras, especialmente em relação à preguiça. Vocês sabem que somos obrigados a arar com o gado que temos à disposição; mas quando tenho de trabalhar com certos homens, preferiria dirigir uma equipe de lesmas ou ir à caça de coelhos com um furão morto. Porque de imediato seria mais fácil tirar leite de pedra ou suco de cortiça do que conseguir resultados com alguns deles; mesmo porque
eles estão sempre falando dos seus direitos. Eu gostaria que eles examinassem os próprios erros, em vez de se encostarem às alças do arado. Afinal, preguiçosos e dorminhocos não são trabalhadores, não passam de porcos, bois ou cardos em macieiras. Nenhum deles faz parte do grupo de caçadores que se veste com paletós vermelhos, e nenhum deles é trabalhador ou se denomina assim. Às vezes, eu gostaria de saber porque alguns de nossos empregadores mantêm afinal tantos gatos que não caçam ratos. Seria mais fácil eu deixar minhas moedas caírem em um poço que pagar para pessoas que apenas fingem trabalhar. Vê-las todos os dias se arrastando sobre uma folha de repolho, é algo que apenas nos irrita e faz nossa carne
ferver. Viva e deixe viver, digo eu, mas não inclua os preguiçosos nessa licença. “Não dê comida aos que não trabalham”. Talvez seja o momento adequado para dizer que algumas pessoas
das classes mais altas, como são chamados, dão um exemplo vergonhoso em relação a isso, alguns abastados são quase tão preguiçosos quanto ricos, e, muitas vezes, até mais. As ratazanas dormempor tanto tempo e tão ruidosamente quanto os ratinhos. A maioria dos párocos compra ou encomenda um sermão para evitar o trabalho de pensar. Isso não é uma preguiça abominável? Eles zombam dos que fazem discursos afetados, mas não ficam envergonhados ao ficar em pé para ler um sermão de outra pessoa como se fosse seu. Muitos de nossos fazendeiros não têm mais nada para fazer além de repartir o cabelo ao meio; e, em Londres, conforme me disseram, muitos dos nobres, tanto senhoras como cavalheiros, não têm ocupação melhor que matar o tempo. Atualmente, diz-se que quanto mais alto o salto, maior o tombo; da mesma forma, quanto mais importante é a pessoa, mais sua preguiça chama atenção, e mais ela deve se envergonhar dela.

Não digo que elas têm obrigação de arar, mas que têm o dever de fazer alguma coisa em relação à situação, além de serem como as lagartas no repolho que comem a melhor parte; ou como as borboletas que se exibem, mas não produzem mel. Não posso me irritar com essas pessoas por qualquer coisa, pois sinto pena delas, quando penso nas regras de moda estúpidas que são obrigadas a obedecer, e na vaidade com que prolongam seus dias. Eu preferiria antes vergar minhas costas com o trabalho pesado do que ser um rapaz elegante com nada para fazer além de me olhar no espelho e ver em mim mesmo um sujeito que nunca pôs uma simples batata no pote da nação, mas apenas tirou muitas. Antes despencar das montanhas de Surrey, esgotado como a velha égua marrom de meu mestre, que comer pão e queijo sem ter trabalhado para isso; é melhor ter uma morte honrosa que levar uma vida imprestável. Seria melhor entrar em meu caixão que ser um morto vivo, um homem cuja vida é uma folha em branco.

De qualquer modo, não é fácil que os preguiçosos passem impunes por todos seus esquemas porque, no fim, sempre carregam a maior parte das penas. Elas não consertam o telhado, portanto têm de construir uma nova cabana; não põem o cavalo na carroça, por isso, terão elas mesmas de puxar a carroça. Se fossem espertas, executariam bem seu trabalho, a fim de não fazê-lo duas vezes, e se esforçariam trabalhar bem enquanto estão na lida para tirar a pendência da frente. Meu conselho é: se você não gosta de trabalho pesado, comece a trabalhar com garra, execute-o e goze seu tempo de descanso.

Eu gostaria que todas as pessoas religiosas pensassem a respeito desse assunto, pois alguns professores são surpreendentemente preguiçosos e, com isso, fornecem um material lamentável para a língua dos ímpios.

Penso que um lavrador religioso deve ser o melhor homem no campo, e não deve permitir que nenhum grupo o derrote. Quando estamos trabalhando, temos o dever de estar com a atenção no trabalho e não podemos parar para conversar, mesmo que a conversa seja sobre religião. Do contrário, não apenas roubamos de nosso empregador o nosso próprio tempo, como também o tempo dos cavalos. Eu costumo ouvir pessoas dizerem: “Nunca pare o arado para matar um rato”, da mesma forma, é uma tolice parar para bater papo; além disso, um homem que desperdiça o tempo,quando o patrão está ausente é um bajulador, o que considero o oposto de ser cristão. Se alguns dos membros de nossa congregação fossem um pouco mais ágeis com os braços e as pernas quando trabalham e um pouco menos ativos com as línguas, falariam mais
sobre religião do que falam agora. O povo diz que o maior enganador é o mais devoto, eu fico constrangido em afirmar que um dos maiores preguiçosos que conheço é um homem que se declara abertamente um falante.

Seu jardim está tão coberto de ervas daninhas que por pouco não tomo a iniciativa de capiná-lo para ele. Se ele fosse mais jovem, conversaria com ele a respeito disso para livrar nosso grupo da vergonha que ele acarreta sobre nós e a fim de orientá-lo melhor, mas quem pode ser professor de uma criança de sessenta anos? Ele é um espinho constante para o nosso amável pastor, que anda muito aflito com isso e diz muitas vezes que tem vontade de ir para outro lugar porque não consegue lidar com essa conduta; mas eu digo-lhe que em qualquer lugar que viva sempre encontrará um arbusto espinhoso perto de sua porta, e será uma benção se não encontrar dois.

Contudo, eu gostaria que todos os cristãos fossem diligentes, pois a religião jamais teve por desígnio que nos tornássemos preguiçosos. Jesus foi um grande trabalhador e seus discípulos não tinham medo de trabalhar duro.


Da mesma forma, tem muito disso no servir ao Senhor com o coração frio e a alma preguiçosa, além de fazer a religião definhar. Os homens cavalgam quando caçam para ganhar algo, mas são lerdos quando estão a caminho do céu. Os pregadores continuam a vacilar e a falar de forma monótona, em uma verdadeira lengalenga, e o povo começa a bocejar, cruzar os braços e a dizer que, por isso, Deus está recusando a bênção.

Todo preguiçoso maldiz sua sorte quando se vê incluído no grupo dos esfarrapados; e algumas igrejas aprenderam esse mesmo artifício pernicioso. Eu acredito que quando Paulo planta, e Apolo rega, Deus faz crescer, e não tenho paciência com os que põem a culpa em Deus, quando eles são os culpados.

Agora esgotei todos os meus recursos. Receio ter falado em vão, mas fiz o melhor que pude, nem um rei poderia fazer mais. Uma formiga nunca produzirá mel se não trabalhar com o coração, e eu jamais exporei meus pensamentos de forma tão bela como alguns escrevem um livro de sucesso; mas a verdade é a verdade mesmo vestida de chita e, assim, chego ao fim de toda essa história.

C. H. Spurgeon

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Seu fim pode ser seu começo.

Todas as vezes que o diabo disse a alguém: "É o fim", ali, na verdade, era o começo dos melhores dias, das maiores vitórias.

O diabo disse para José do Egito, na cisterna do deserto: "É o fim!”, e Deus disse: "É o começo, José, o governo do Egito te espera.”

O diabo disse para Moisés no deserto de Sim: "É o fim!”, e Deus disse: "É o começo, transformar-te-ei no libertador do meu povo.”

O diabo disse a Ester no tempo de escravidão: "É o fim!", e Deus disse: "É o começo, transformar-te-ei na rainha dos Medos e Persas.”

O diabo disse a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego na fornalha: "É o fim!", e Deus disse: "É o começo, vocês serão grandes governadores da Babilônia!”

O diabo disse a Daniel na cova dos leões: "É o fim!", e Deus disse: "É o começo, sua história mudará o mundo.”

O diabo disse a Jonas, na barriga de um peixe: "É o fim!", e Deus disse: "É o começo, Nínive será salva através da tua pregação.”

O diabo disse a João, exilado na Ilha de Patmos: "É o fim!", e Deus disse: "É o começo, você escreverá a maior revelação de todos os tempos - o Apocalipse.”

O diabo disse a Jesus, morto na cruz: "É o fim!", e Deus disse: "É o começo, todo o poder no céu e na terra Eu entrego nas tuas mãos.”

Por isso se o diabo disser a você que "É o fim!" comece a dar glória a Deus e Aleluia, porque Deus está dizendo: "É apenas o começo.”

O diabo não tem poder de decretar o fim de nenhum filho de Deus. Para ser filho, basta crer e concretizar sua crença aceitando Jesus como único Senhor e Salvador de sua vida.

João 3:14 "E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"

Romanos 10:9,10 e 11: "9.A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. 10.Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. 11.Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Domando a telinha!


Plim plim! Do início ao fim de cada dia, quantas pessoas não gastam uma boa parte do seu tempo ligadas neste som e conectadas às suas imagens? Sem fugir a esta realidade, às vezes eu paro para pensar no tamanho da influência que esse tempo passado na frente da TV vai ter na vida, principalmente dos jovens.

Se a gente parar para analisar, a programação diária, de ponta a ponta, por melhores que sejam alguns programas, a quantia de lixo mascarado que é jogada sobre a mente é grande demais. E a maior parte de nós, ligados nas emoções dos programas que assistimos, não damos bola para o impacto que estamos recebendo. Imagem/divulgaçãoNão esqueça: “uma imagem, vale mais do que mil palavras” principalmente para influenciar o subconsciente, o comportamento e em conseqüência a vida. Por isso, quero deixar para você refletir, e depois agir, nove motivos porque compensa domar a telinha, ou seja, ter critérios definidos e fortes para com os programas de televisão.

1. A TV estimula o isolamento e reduz a sociabilidade; inibe a criatividade o envolvimento e a curiosidade.
2. A TV limita o crescimento da capacidade cerebral, pois a maioria dos programas não exigem participação ativa do telespectador.
3. A TV apresenta programas que criam falsas idéias, alienando a pessoa da realidade.
4. A TV expõe excessivamente o telespectador à violência e à pornografia.
5. A TV rouba o envolvimento com leituras, estudo, esportes, e outras formas de lazer,pois prende a pessoa por horas a fio.
6. A TV ocasiona a fadiga ocular.
7. A TV produz programas com mensagens dúbias, que a personalidade tem dificuldade de discriminar e selecionar.
8. A TV induz a comportamentos inadequados que se tornam aceitos, pelas circunstâncias como são apresentadas.
9. A TV é um grande estímulo à moda, aos vícios e ao consumismo.

Diante dessa situação, é hora de parar para pensar, e tomar algumas atitudes. A primeira delas é a de domar, e não ser domado pela telinha. Ao invés de se assentar na frente da TV e deixar o tempo passar, você precisa começar a escolher os programas que valem a pena ser assistidos, assisti-los com senso crítico, e o melhor, começar a ocupar o seu tempo vago com coisas mais construtivas.

Diante disso, o conselho de Paulo, cai muito bem. Ele diz, inspirado por Deus: “Quanto ao mais irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto…(veja as outras características) que isto ocupe o vosso pensamento.” (Filip. 4:8). Se você mudar para melhor o tipo de influência que age sobre seus pensamentos, todas as outras mudanças que você busca para sua vida se tornarão mais fáceis, porque a sua ligação com Deus vai ser desobstruída.

A escolha é sua! É difícil? Sem dúvida que sim, mas se você buscar o poder de Deus, Ele vai lhe ajudar a quebrar todas as barreiras, e o impossível vai se tornar real. Este é só um empurrãozinho, mas vá a luta, quem vai ganhar será você!



VINÍCIUS A. MIRANDA

10 motivos para abstinência sexual

1. A pureza ajuda a ter uma boa comunicação com sua/seu namorada/o

Quando um casal de namorados vive a abstinência sexual, sua comunicação é boa porque não se concentram somente no prazer, mas na alegria de compartilhar pontos de vista e experiências; além disso, suas conversas são mais profundas. Pelo contrário, a intimidade física é uma forma fácil de se relacionar, mas ofusca outras formas de comunicação. É um modo de evitar o trabalho que supõe a verdadeira intimidade emocional, como falar de temas pessoais e profundos, além de conhecer as diferenças básicas que existem entre ambos.

2. Cresce o lado amistoso do relacionamento

A proximidade física pode provocar que os jovens pensem que estão emocionalmente próximos, quando na verdade não estão. Um relacionamento romântico consiste essencialmente em cultivar uma amizade e não há amizade sem conversação e sem compartilhar interesses. A conversação pessoal cria laços de amizade e ajuda um a descobrir o outro, a conhecer seus defeitos e qualidades. Alguns jovens se deixam levar por paixões e, depois, quando se conhecem em profundidade, se desencantam. Muitas vezes, nem sequer chegam a se conhecer porque não foram amigos, somente namorados com direitos.

3. Existe um melhor relacionamento com os pais de ambas as famílias

Quando o homem e a mulher se respeitam mutuamente, amadurece o carinho e melhora a amizade com os pais de ambos. Geralmente, os pais de família preferem que seus filhos solteiros vivam a continência sexual e se sentem mal quando sabem que eles estão sexualmente ativos, sem estar casados. Quando um casal sabe que deve esconder suas relações sexuais, cresce a culpa e o estresse. Os jovens que vivem a pureza se relacionam mais cordialmente com os próprios pais e com os pais da namorada/o.

4. As relações sexuais têm o poder de unir duas pessoas com força e podem prolongar uma relação pouco sã, baseada na atração física ou na necessidade de segurança.

Uma pessoa pode se sentir “presa” em um relacionamento do qual gostaria de sair porque – no fundo – não o deseja, mas não sabe como fazer. Uma pessoa casta pode romper com maior facilidade o vínculo afetivo que o ata ao outro, pois não houve uma intimidade tão poderosa no aspecto físico.

5. Estimula a generosidade contra o egoísmo

As relações sexuais durante o namoro convidam ao egoísmo e à própria satisfação, inclinam a sentir-se em concorrência com outras pessoas que podem chamar a atenção da namorada/o. Estimulam a insegurança e o egoísmo porque o fato de começar a entrar em intimidade convida a pedir mais e mais.

6. Há menos risco de abuso físico ou verbal

O sexo, fora do casamento, pode se associar à violência e a outras formas de abuso. Por exemplo, há duas vezes mais ocorrência de agressão física entre casais que convivem sem compromisso, do que entre pessoas casadas. Há menos ciúmes e menos egoísmo nos casais de namorados que vivem a pureza do que naqueles que se deixam levar pelas paixões.

7. Aumenta o repertório de modos de demonstrar afeto

Os namorados que vivem a abstinência encontram detalhes “novos” para demonstrar afeto, e contam com iniciativas e idéias para passar bem e demonstrar mutuamente seu carinho. O namoro se fortalece e eles têm mais oportunidades de se conhecer no que diz respeito à personalidade, costumes e maneira de manter um relacionamento.

8. Existem mais possibilidades de triunfar no casamento

As pesquisas têm demonstrado que os casais que já viveram juntos têm mais possibilidades de se divorciar do que os que não fizeram esta experiência.

9. Se você decidir terminar o namoro, doerá menos.

Os laços criados pela atividade sexual, por natureza, vinculam fortemente. Então, se houver uma ruptura, será mais intensa a dor produzida pela separação, devido aos vínculos estabelecidos. Quando não tiverem relações íntimas e decidirem se separar, o processo será menos doloroso.

10. Você se sentirá melhor como pessoa

Os adolescentes sexualmente ativos freqüentemente perdem a auto-estima e admitem viver com culpas. Quando decidem deixar de lado a intimidade física e viver castamente, sentem-se como novos e crescem como pessoas. Além disso, melhoram seu potencial intelectual, artístico e social. Com o sexo não se deve jogar. Quando alguém lhe pressionar (“Só te peço sexo uma vez e não insistirei mais”), uma boa resposta seria: “Isso é justamente o que me preocupa. Prefiro me conservar para alguém que vai me querer toda a minha vida”.


VINÍCIUS A. MIRANDA
Related Posts with Thumbnails