quinta-feira, 30 de junho de 2011

Retorno

Estou há um tempo afastado do blog por motivos pessoais, mas logo estarei de volta a todo vapor, aguardem...

terça-feira, 15 de março de 2011

“Não valeu a pena”, diz Bruna Surfistinha

Por trás da personagem Bruna Surfistinha, a mulher de verdade, Raquel Pacheco, 26, diz que se arrepende da vida de garota de programa. “Não valeu a pena”, admite. Longe das piadinhas disparadas no Twitter, Bruna, ou Raquel, lamenta os estragos em sua vida. “Quase morri. Cheguei até a ter uma overdose”, diz. “Sem falar que não é nada fácil ter seis ou sete caras todos os dias em cima de você.” Da vida dura, porém, ela tirou um blog que logo bombou na rede. Depois veio livro e filme. Mas, apesar da grana, da fama e de um pacote de maluquices, ela conta que, no fundo, só queria amor. “Achava que meus pais não me amavam, mas hoje entendo que me amaram da maneira deles.” Filha adotiva, desde os 17, quando fugiu de casa por brigas familiares, ela nunca mais viu os pais. Mas deixa claro que gostaria de revê-los. Por fim, com os olhos marejados, conclui: “Fui muito rebelde. Hoje não faria o que fiz. Família é muito importante.”

(Folha de S. Paulo, 14/3/11)

Nota blog Criacionismo: Nunca é tarde para reconhecer os erros do passado e desejar um futuro melhor. Geralmente, quando amadurecem um pouco, as pessoas acabam reconhecendo o que realmente é importante na vida (alguns se dão conta disso apenas no leito de morte, outros, de coração mais duro, nem ali). Pena que a literatura e o cinema tenham ajudado a glamourizar a vida que Raquel agora repudia e da qual se arrepende. Influenciados por essa mídia permissiva e depravada, quantos jovens terão que quebrar a cara e o coração antes de reconhecer que os planos de Deus para o ser humano são sempre os melhores? Deus nos criou e sabe o que nos faz felizes. Ele criou um homem para umamulher a fim de viverem a intimidade no contexto matrimonial. Assim há felicidade, e pesquisas recentes mostram exatamente isso. Mesmo entre os jovens tem havido uma reavaliação de valores e comportamentos. Libertinagem, intemperança, descrença, etc. mais cedo ou mais tarde trazem infelicidade justamente porque vão de encontro ao projeto de Deus para o ser humano. Heinrich Heine que o diga. Se você procura viver uma vida de princípios, não dê o primeiro passo rumo à desobediência e ao engano. Se errou, como Raquel, reconheça isso, peça perdão a Deus e forças para mudar. Aos que confiam no poder da oração, convido-os a orar por Raquel, para que ela finalmente encontre o verdadeiro amor (1 João 4:8).

Morar junto, sem casar, causa depressão

Vocês querem ser modernos e práticos, deixam todo aquele papo de altar, convites com frufru e bolo de vários andares pra lá, juntam as trouxinhas e vão morar juntos. Pronto: na prática, estão casados. Mas, também na prática, têm chances bem maiores de acabarem de cara feia e sem vontade de sair da cama (pelos motivos errados) do que os casais de papel passado. “Casais que apenas moram juntos reportam níveis mais altos de depressão do que os que são casados”, alertam pesquisadores da Bowling Green State University, em Ohio (EUA). O motivo? Aquele sentimento de falta de estabilidade no relacionamento, que atinge os “juntados” 25% mais do que os casados pela lei. “E isso é especialmente verdade entre os casais que estão juntos há muito tempo”, diz o estudo. E aí, quer repensar essa modernidade toda?

sábado, 12 de março de 2011

O carnaval por Rachel Sheherazade

Comentário da jornalista Rachel Sheherazade que foi um dos mais comentados da semana no twitter.

Pode ser visto também no youtube


Nota: O Brasil adota a velha e eficaz política do pão (bolsa família) e circo (carnaval, futebol e novela), da qual a população fica "feliz" e não reclama como deveria dos reais problemas da sociedade, e com isso os governantes continuam fazendo o que querem.

Prevenção ou estímulo à imoralidade?

Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne” (1 Coríntios 6:16).

Nesta semana, uma propaganda do Ministério da Saúde sobre cuidados no carnaval me prendeu a atenção. Seu conteúdo incentiva a jovens (garotas em idade escolar) a se “prostituir”* e praticar relações sexuais, de modo que tal ato seria mais que normal e aceitável pelo contexto social (amigas que incentivam), porém, o fundo da propaganda é praticar tal ato utilizando camisinha (a campanha é sobre prevenção às DSTs). (*Pensando na palavra prostituição no sentido de usar o corpo e/ou a sexualidade para fins imorais e divergentes dos parâmetros bíblicos, assumindo que a Bíblia é a própria Palavra de Deus.)

Confesso que fiquei um pouco assustado ao notar que a sociedade realmente aceita e adota a imoralidade sexual como algo natural, um processo de desenvolvimento ou até mesmo uma fase de maturação físico/cognitiva.

Hoje, existem diversos materiais que exemplificam e explicam esses temas. Materiais redigidos por especialistas como psicólogos, pedagogos, entre outros. Porém, tais materiais apenas ilustram como deve ser feita (ou praticada) a imoralidade sexual de forma a não prejudicar o corpo (doenças) ou os conceitos sociais (gravidez não planejada). O que Deus pensa sobre isso?

Um dos primeiros exemplos que aparecem nas Escrituras sobre essas atitudes foi registrado no livro de Gênesis. No contexto, “os homens de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de todos os bairros” (Genesis 19:4) cercaram a casa de Ló e desejaram fazer atos de imoralidade com os visitantes dele (no caso, dois mensageiros de Deus; Gn 19:1). O texto diz: “E chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles” (Gn 19:5).

E assim tiveram fim as cidades e todos os que estavam envolvidos naquelas práticas, pois a cidade clamava com os lábios, mas suas obras eram como trevas (Gn 19:13). “Disse mais o Senhor: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito” (Gn 18:20).

Infelizmente, estamos em tempos como os de Sodoma e Gomorra. Os homens são imorais e idólatras, e apesar de haver tanta facilidade de acesso à informação, as pessoas andam conforme seus próprios pensamentos. Ignoram a instrução amorosa do Criador e colocam seus próprios desígnios como prioridade, amando o que é palpável e passageiro e esquecendo-se do que é eterno. “O tolo não tem prazer na sabedoria, mas só em que se manifeste aquilo que agrada o seu coração” (Pv 18:2).

Qual será nossa postura em relação a esses “princípios modernos”? Pensamento social ou orientação divina?

Lembremo-nos das palavras de Paulo: “Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1Co 6:10).

Assista a campanha e reflita por si mesmo!



Comentário Débora Matos: “Nesses comerciais do Ministério da Saúde é explorado o conceito do “sexo livre e sem compromisso”, e o público alvo é nada menos que garotas de classe média, entre 13 e 19 anos. O objetivo é “ajudá-las” a se prevenir do vírus HIV. Mas o que eles realmente conseguiram? Prevenir a aids ou estimular o sexo livre? Combina bem com o comercial da “santinha” Sandy e com o filme da Deborah Secco “Bruna Surfistinha”. Com toda essa campanha a favor do sexo entre adolescentes; de que ter cara de menina boa e ser devassa está na moda, e de que menina que foge de casa e vira prostituta se dá bem na vida; não admira termos uma sociedade tão corrompida. Só nos resta orar muito para que nossas meninas se tornem mulheres dignas e honradas, e que alguém neste mundo esteja criando um homem digno e cristão com quem elas possam se casar algum dia!”

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Desespero dos ateus militantes


Uma Campanha publicitária para dizer que Deus pode não existir quase se iniciou recentemente aqui no Brasil. As de propaganda com frases como “Religião não define caráter” e “A fé não dá respostas. Ela só impede perguntas”, circulariam em ônibus de Salvador e Porto Alegre por um mês.

“A campanha teve início no Reino Unido em 2009 e se espalhou por outros países, com resultados distintos. Nos EUA e na Espanha, a iniciativa deu certo, provocando a esperada polêmica. Na Itália, a veiculação foi proibida. Na Austrália, a companhia responsável por anúncios em ônibus se recusou a exibi-los”, escreve Hélio Schuwartsman. “Algo parecido aconteceu em São Paulo. Depois que conheceu o conteúdo dos anúncios, já após a assinatura do contrato, a empresa que os veicularia se negou a fazê-lo, alegando que a legislação proíbe temas religiosos”.

Curioso colocarem a foto de Hitler num dos cartazes da campanha. Leia "Hitler era cristão?" para entender o paradoxo. Quanto às demais fotos, digo que a do suposto atentado terrorista é de um grupo extremista muçulmano, que a fé traz esperança e que nunca vi outro livro senão a Bíblia transformar bandidos em pessoas de bem, e desde que estudo a Bíblia, entendo que o Deus apresentado nas páginas dela é quem nos convida a pensar, analisar, julgar, discernir e escolher. Mais uma vez os ateus militantes desperdiçam dinheiro que poderia ser usado em milhares de causas verdadeiramente nobres.

As empresas se recusaram a veicular os anúncios mesmo depois de o contrato já ter sido assinado. A Atea estuda as medidas judiciais cabíveis.

A empresa de publicidade Fast Mídia, de Salvador, informou que a desistência no negócio ocorreu exclusivamente por que as peças publicitárias vão de encontro à lei municipal que regulamenta o setor.

“Acreditamos que as peças contrariavam a Lei, principalmente em trechos como os que citavam como mitos os deuses hindu, cristão e palestino” diz Amaral.

O artigo 15º da lei municipal 12.640/2000, ao qual a Fast Mídia se refere, diz que é proibida a exibição de anúncio que favoreça ou estimule qualquer espécie de ofensa ou discriminação racial, sexual, social ou religiosa.

A empresa de Porto Alegre, responsável pelo contato com a associação, não foi localizada para comentar o assunto.

Fonte: Folha Online


Genocídio Ateu


O cartaz acima é uma paródia da campanha que os ateus militantes (aqueles que deixam constrangidos os ateus sensatos) tentaram promover em algumas capitais brasileiras. O cartaz acima não foi afixado em ônibus, como o pessoal da Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) queria afixar os deles. O cartaz acima é uma amostra da mesma associação injusta feita por certos ateus que tomam a parte pelo todo e julgam todos os cristãos por erros cometidos por alguns.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Para Merkel, Alemanha tem escassez de cristianismo

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, recebeu um estrondoso aplauso do congresso do seu partido, a União Democrata Cristã, ao anunciar que o problema da Alemanha não passa por um excesso de islã, mas sim de uma escassez de cristianismo. O comentário de Merkel surge no contexto de um debate alargado sobre a identidade alemã, o lugar dos cerca de 4 milhões de muçulmanos na sociedade e o multiculturalismo, um projeto que a chanceler considera ter falhado. “Não temos demasiado islã, temos pouco cristianismo. Temos poucas discussões sobre a visão cristã da humanidade”, afirmou a política, que em diversas ocasiões já manifestou publicamente a sua fé cristã. A Alemanha precisa de mais debate sobre “os valores que nos guiam e a nossa tradição judaico-cristã. Temos que realçar isso com confiança, então conseguiremos chegar à coesão na nossa sociedade”.

As palavras de Merkel surgem numa altura em que foi tornado público que o seu partido quer passar uma resolução para consagrar a identidade judaico-cristã da Alemanha. Uma medida que não significa a exclusão dos muçulmanos, insiste a chanceler. “Esperamos que aqueles que venham para cá a respeitem [a tradição judaico-cristã], mantendo todavia a sua identidade pessoal.”

A liberdade religiosa não está em causa, adianta Merkel, que aproveitou para deixar uma mensagem sobre as minorias cristãs em países de maioria islâmica, ao dizer: “Claro que somos pela liberdade de cada um praticar a sua fé. Mas a liberdade cristã não pode parar nas nossas fronteiras. Isso se aplica também a cristãos noutros países do mundo.”

sábado, 18 de setembro de 2010

Não votem no PT

Não, não estou dizendo isso por causa dos escândalos, ou corrupção, passado dos candidatos ou ideologia política, não. Também não estou aqui para apoiar um candidato ou outro partido, até porque este não é um blog político, mas cristão.

O motivo é justamente porque este partido está apoiando leis anti-cristãs, sendo que quem do partido se posicionar contra, será expulso como alguns membros já foram.

Analisem o vídeo, sei que muitos não vão gostar, mas abram suas mentes e depois pesquisem sobre as informações contidas. Lembre-se, você votará em homens para representa-lo, o que eles decidirem será em seu nome, então, não faça parte disso. A hora é agora para analisar, pensar e votar com consciência.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Melhor abrir uma igreja que abrir um buteco. Será?

Por Leonardo Gonçalves
Dizem que no Brasil as igrejas estão aumentando, e a experiência pessoal comprova a tese: basta um breve passeio pelas ruas e avenidas dos nossos grandes centros para constatar a enorme quantidade e variedade de igrejas evangélicas. Assombrosas também são as razoes porque as mesmas são fundadas; quase sempre, um desentendimento ou rejeição de uma doutrina superficial, que abre as portas para a divisão do grupo e culmina na criação de uma nova denominação, que irá funcionar em uma garagem alugada.

Toda esta “multiplicação” de igrejas (penso que divisão seria a palavra mais adequada em muitos casos) tem gerado um outro problema, que é a falta de pastores qualificados para tais funções. Nas igrejas tradicionais, é necessário que o vocacionado ao ministério pastoral seja treinado em um seminário formal. Falta, porém, o ensino prático e ministerial. Nas pentecostais não é necessário possuir diploma de teologia, mas ele precisa ser ordenado, e a ordenação geralmente depende de algum pastor presidente ou do reconhecimento da convenção de ministros. Em muitos casos, o nepotismo e a política de interesses fica evidente. Nas neopentecostais, não sei exatamente como funciona, mas confesso que as vezes tenho a impressão que são selecionados aqueles que possuem maior lábia! Além disso, há em nosso país uma infinidade de igrejas independentes, quase sempre de linha pentecostal ou neopentecostal, dissidentes das igrejas pentecostais históricas, nas quais não existem critérios para a ordenação.

Deste modo, a falta de preparo ministerial e teológico, que já era problema nas igrejas pentecostais e neopentecostais, torna-se ainda mais grave, abrindo passagem para situações mais absurdas, como se pode ver no vídeo à seguir:



Diante de tudo o que tem sido exposto, penso que é hora de rever aquela velha máxima, sempre repetida pelos crentes que defendem o atual estado das coisas, e que quando são confrontados com o sistema capenga que predomina nas novas agremiações evangélicas (que de evangelho muitas vezes não possuem nada), repetem o já desgastado bordão: “Ah, mas é melhor abrir uma igreja do que um buteco”. Mas será que isso é verdade? Do ponto de vista mercadológico, acredito que sim, pois o tal “evangelho” tem se mostrado um negócio promissor, onde é possível se obter um ótimo retorno financeiro com o menor investimento possível. Mas o que dizer quanto aos escândalos? Penso que se o “tiozao” que aparece no vídeo acima tivesse escolhido abrir um buteco ao invés de uma igreja, nos teria nos poupado de uma grande vergonha.

Seguindo meu devaneio, chego a pensar que se no lugar de cada igreja neopentecostal houvesse um bar, o prejuízo para o evangelho seria menor, pois ao menos aqueles que se encontram nos bares da cidade sabem que são ignorantes quanto ao evangelho, podendo ser alcançados através de nossos esforços missionários. Já os membros das igrejas neopentecostais, coitados, pensam que sabem tudo e ficam extremamente doloridos se alguém lhes mostra a verdade. Assim, se eu tiver que escolher entre alguém perdido, mas acessível, e alguém perdido e alienado, fico com a primeira opção, pois é muito mais fácil evangelizar um bêbado que sabe que está perdido do que convencer um idólatra da IURD, uma vez que o segundo não bebe, não fuma e dá o dízimo, coisas que segundo o sistema vigente podem assegurar a salvação da alma.

Sendo assim, acho que vou orar para que cada igreja apóstata feche as portas e que em seu lugar seja aberto um aconchegante buteco, e “de quebra”, peço a Deus para que os pseudocrentes auto-suficientes e engomadinhos que vivem correndo atrás de unção e fazendo barganha com deus (sim, propositalmente descrito com letra minúscula, pois um deus que se vende não vale quanto pede) caiam do pedestal gospel onde estão e enfiem a cara na cachaça! Quem sabe depois disso, quando eles estiverem todos bêbados e perdidos, decidam dar lugar à mensagem do evangelho? A idéia parece interessante, por várias razoes. Eu, por exemplo, jamais fui impedido de compartilhar o evangelho dentro dos bares das cidades onde estive. No entanto, falar de evangelho aos amigos neopentecostais está cada vez mais difícil. O Púlpito Cristão que o diga!

Taí! Que cada uma destas igrejas mensaleiras se transformem em butecos de péssima fama, e que se percam todas as almas daqueles que, dizendo estar à salvo, jazem perdidos – confinados na religião de mercado.

Arrogância das novas gerações

Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração entender esta geração. “Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!”, o estudante disse alta e claramente, de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo. “Nós, os jovens de hoje, crescemos com internet, celular, televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e movidos a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e...”, ele fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.

O senhor aproveitou o intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse: “Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. E você, um arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?”

O homem foi aplaudido ruidosamente de pé!

(Autor desconhecido)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Eleições 2010


Por João Cruzué

No dia 03 de outubro de 2010, serão realizadas eleições para todos cargos políticos desta nação, exceto para prefeitos e vereadores. As principais matérias de cunho anti-cristão, tais como aborto, casamento gay, projeto de lei da homofobia, projeto de direitos autorais da internet e outras, estão estrategicamente escondidas nas gavetas do Congresso esperando que o término dessas eleições para voltarem com toda força. No momento, os crentes que sempre foram considerados o atraso da sociedade brasileira pela grande maioria dos políticos, estão sendo paparicados e adulados.

Creio que isto não é novidade para nenhum dos leitores.

Como também não é novidade a certeza que muitos políticos descrentes têm, que é muito fácil comprar o voto dos evangélicos a partir de propostas indecentes para seus pastores. Eles sabem que a fé e a moral desses pastores são bem relativas - com as raras e abençoadas exceções de sempre.

Pois bem, assim que os próximos deputados federais e senadores tomarem posse, em 2011, todos os assuntos anti-bíblicos engavetados e camuflados, voltarão à pauta. E os crentes voltarão a ter o cheiro ruim de fundamentalismo e atraso que eles sempre disseram, depois de eleitos.

Se estes projetos contrários à Bíblia se converterem em Lei - como já aconteceu na Argentina, no Chile e na Suécia - berço dos missionários que fundaram e organizaram a Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil - eu tenho algo muito grave a dizer. Se estas leis vieram a prejudicar a sociedade brasileira, é por culpa principalmente dos Pastores da Igreja Evangélica Assembleia de Deus.

Por que?

Porque seus templos recebem a visita de todos os candidatos com pretensão ao Congresso Nacional. Os homens que decidirão o destino das leis. Esses pastores sabem exatamente o que deve e o que não deve ser feito com os votos dos membros das suas Igrejas. E digo mais, que é muito difícil um aspirante ao Congresso Nacional, hoje, conquistar seu cargo - sem votos de evangélicos.

Se na próxima legislatura, as crianças e adolescentes de nossas Igrejas voltarem para casa com um cartilha de homoafetividade na mão, impressa com autorização do MEC. como está acontecendo no Chile. Se no dia de amanhã, pastores forem obrigados a mudar a liturgia ministerial em suas Igrejas para se adequar à lei de homofobia - como aconteceu na Suécia. Se no dia de amanhã quebraram as portas de templos evangélicos para celebrar casamentos e outros eventos para gays e lésbicas, eu vou culpar e responsabilizar principalmente os pastores da "minha" Igreja - a Igreja Evangélica Assembleia de Deus.

Vou culpar por não conscientizarem seus membros, porque eu não me atreveria a pensar que os culparia por negociar os votos potenciais de suas Igrejas em favor de ímpios por dinheiro ou vantagens inescrupulosas. Ou por empregos para parentes, terrenos para templos ou cinco milheiros de blocos.

Senhores pastores, o voto evangélico representa, no mínimo, 25% dos eleitores desta nação. Não costumamos votar com base em vida religiosa dos candidatos, mas por sua potencial competência. Mas de agora em diante, os candidatos comprometidos com causas inimigas da Igreja, ainda que vierem vestidos de branco e trazendo auréola de santos - não merecem o nosso voto. Não devem recerber um voto que seja de um cristão, que tenha temor de Deus.

E por falar em temor de Deus, antes de votar em outubro pergunte para seu travesseiro: o deputado federal e os dois senadores que estiver pensando em votar, vai respeitar os interesses cristãos diante de um projeto que venha a prejudicar a Igreja? Se tiver dúvidas - não vote neles.

E se seu pastor estiver fazendo campanha ostensiva ou disfarçada na Igreja em favor de candidatos, que só aparecem na Igreja no período eleitoral, reuna alguns irmãos e peçam explicações a ele. Não seja omisso, pois no dia que seu filho ou neto voltar para casa com uma cartilha gay ou sua Igreja for obrigada a realizar casamentos gay, ou ser proibido ler a Bíblia inteiro no púlpito, a culpa vai ser do seu pastor e também sua porque não fez nada - a não ser criticar.

Isto é muito duro, mas é melhor dizer agora - antes das eleições.



***
João B. Cruzue é editor do blog Olhar Cristão, e um dos pioneiros entre os blogueiros evangélicos
Related Posts with Thumbnails